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Morre Caçapava, ídolo do Internacional

Ex-volante jogou no Colorado na década de 70; notícia foi divulgada no site oficial do clube

Futebol|Do R7

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Caçapava, Internacional
Caçapava, Internacional Divulgação/Internacional

Morreu, na manhã desta segunda-feira (27), aos 61 anos, Luís Carlos Melo Lopes, o Caçapava, ídolo do Internacional na década de 1970. O falecimento do ex-volante foi divulgado pelo Internacional por meio de nota divulgada no site do clube. A causa da morte ainda não foi divulgada.

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Leia a nota divulgada pelo Colorado na íntegra:

Faleceu, às 7h30 desta segunda-feira (27/06), aos 61 anos, um dos maiores ídolos da história colorada. Luís Carlos


Melo Lopes, natural de Caçapava do Sul, ficou conhecido pelo nome de sua cidade: Caçapava. O ex-volante jogou no

Internacional na década de 70, trazendo diversas alegrias à torcida colorada. Em breve daremos mais detalhes sobre a


causa do falecimento e onde o corpo do ex-atleta será velado.

Em um time onde quase todos atacavam e tinham qualidade para isso, o volante Caçapava era o responsável pela


guarnição da defesa colorada. Junto com Falcão, Carpegiani e depois Batista, formou um dos meio-campos considerados

dos sonhos pelos colorados mais antigos. Como marcador implacável, anulou grandes craques que ousaram ameaçar os

defensores do Inter, como Adãozinho e Palhinha, na final do Campeonato Brasileiro contra o Cruzeiro em 1975, e

Geraldão, do Corinthians, em 1976.

O volante deu seus primeiros passos no Gaúcho, time de Caçapava do Sul, então com seus 18 anos de idade. Em 1972

transferiu-se para o Internacional, onde, aos poucos, começou a trilhar o caminho das grandes conquistas. Em 1974,

conquistou seu primeiro grande título com a camisa colorada, o primeiro Campeonato Gaúcho de muitos outros que

estavam por vir – venceu também em 1975, 1976 e 1978. Um ano depois, deparava-se com um Beira-Rio completamente

lotado para a grande final do Brasileirão, diante do forte Cruzeiro. Placar de 1 a 0 para o Inter, gol de Figueroa,

por quem Caçapava nutria grande amizade. Em 1976, veio o bicampeonato, vitória de 2 a 0 em cima do Corinthians de

Neca, Ruço, entre outros.

Para os colorados que assistiram ao vivo aos craques da década de 70 desfilarem pelos gramados do Brasil, uma

lembrança há de ficar. Caçapava era o cão de guarda da meia-cancha colorada, e não dava descanso e nem sossego para

os atacantes e meias mais desavisados.

Atualmente, Caçapava trabalhava no setor de relacionamento social do Internacional e participava dos eventos

consulares do Colorado. O Internacional lamenta a perda do craque que marcou a história do Clube e deseja força aos

amigos e familiares.

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