Lembra deles? Jogadores “desaparecidos” são reforços nos estaduais
Mesmo aos 48 anos, Tulio segue na ativa e sonha em jogar com filho e ultrapassar Romário
Futebol|Do R7
No futebol é comum encontrar jogadores dados como aposentados em times de menor expressão pelos quatro cantos do País. Mas por que esses atletas fazem isso? Será por amor à camisa? Por não conseguirem se afastar da profissão? Ou por alimentar o próprio ego?
Alex Silva / Zagueiro - Brasiliense (DF)
Alex Silva / Zagueiro - Brasiliense (DF)
Apesar da idade, alguns veteranos ainda lutam contra o tempo e procuraram se dedicar nos treinamentos e campeonatos, independentemente da falta de estrutura e limitação financeiras dos clubes. Para a próxima temporada, nomes conhecidos através dos grandes clubes do País irão disputar os estaduais por nanicos, como por exemplo, os quarentões Marcelinho Paraíba, Loco Abreu e o imparável Tulio Maravilha, que sonha em atuar com o filho e superar o número de gols de Romário.
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Por outro lado, outros jogadores procuraram em times pequenos a oportunidade de recuperar bons momentos e tentar alavancar a carreira nessa reta final como profissional, como os goleiros Felipe e Deola, o zagueiro Alex Silva, o lateral Nei, o volante Rodrigo Souto, o meia Morais e os atacantes Edno e Renteria, que chegaram recentemente na casa dos 30 anos.
Tem também aqueles atletas que vivaram “folclore” por conta de um ápice, ou por algumas polêmicas na carreira e jogam para auxiliar os clubes no marketing, ou por não conseguirem se dedicar à outra profissão. Nesse caso, lembramos os casos do volante Boquita, revelado pelo Corinthians, o meia Jean Chera e os atacantes Flávio Caça-Rato, Carlinhos Bala, Gil, Souza e Adriano Gabiru.
















