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BRASILEIRO 2022

Gramado sintético ou natural? Teste crava as diferenças entre os tipos de campo

Polêmica voltou à tona no futebol com lesões de jogadores

Futebol|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A polêmica entre grama sintética e natural no futebol se intensificou devido a lesões de jogadores.
  • Clubes como Atlético Paranaense, Botafogo e Palmeiras utilizam gramados sintéticos, mas a qualidade do jogo é questionada.
  • Testes mostram que a grama natural amortece mais o impacto, enquanto a sintética permite maior velocidade na bola.
  • Alguns especialistas acreditam que o tipo de chuteira é mais relevante para as lesões do que o tipo de gramado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A polêmica entre grama sintética ou natural continua a dar o que falar. No futebol brasileiro, é fato que poucos gramados de verdade têm condições perfeitas de jogo, então os artificiais, mais acessíveis e de mais fácil manutenção, acabam entrando em jogo.

Clubes como Athletico Paranaense, Botafogo e Palmeiras estão entre os que aderiram à tendência sintética. Mas com o passar do tempo e as várias lesões de jogadores, o debate entre o melhor tipo de superfície voltou à tona.


Campo de futebol visto de cima, com jogadores
Tipo de gramado é alvo de polêmicas no futebol brasileiro Reprodução/Record News

Alguns defendem que o ponto muda completamente a qualidade do jogo, enquanto outros apontam que não há comprovação científica de que a grama sintética seja causadora de lesões. Mas testes nos dois tipos de campo revelam algumas peculiaridades de cada tipo de gramado.

A diferença é sutil, mas a grama natural costuma amortecer mais o impacto na bola, enquanto a sintética permite que ela pule um pouco mais alto. Rolá-la no campo natural também exige um passe um pouco mais forte do jogador, e já no artificial ela corre mais rápido.


Por menores que sejam, essas diferenças podem mudar o resultado de uma partida, transformando o espetáculo e mexendo com a confiança do torcedor e espectador. Tanto que, de 20 estádios da Série A do Brasileirão 2026, cinco usam o modelo de grama sintética.

Quanto às lesões, há quem aponte que os verdadeiros vilões sejam os sapatos dos jogadores. “Se você estiver com a chuteira ideal, vai ser difícil acontecer”, diz o preparador físico Moracy Sant’anna. Mas no fim do dia, os jogadores querem mesmo é um bom tapete para jogar.


Mesmo com a polêmica, ainda não há nenhum estudo científico que comprove que o gramado sintético contribui para que os atletas se machuquem mais. “Tem trabalhos que falam que o gramado sintético lesa mais e tem trabalhos que falam que não tem a melhor diferença. Isso porque são trabalhos que são feitos de maneira diferente, décadas diferentes, idades diferentes, tipos de jogos diferentes”, pontua o médico André Pedrinelli.

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