Futebol Futuro de medalhões pouco utilizados é incerto no Flamengo 

Futuro de medalhões pouco utilizados é incerto no Flamengo 

Diego Alves, Diego Ribas e Filipe Luís têm contrato até o fim deste ano, e permanência do trio parece cada vez mais distante

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Filipe Luís antes da partida entre Athletico-PR e Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro

Filipe Luís antes da partida entre Athletico-PR e Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro

Foto: Marcelo Cortes / Flamengo

Dentro do processo de reformulação do elenco do Flamengo, jogadores como o goleiro Diego Alves, o lateral-esquerdo Filipe Luís e o meia Diego Ribas, que possuem contrato até o fim de 2022, não têm futuro garantido no clube. Entre esses três jogadores, apenas Filipe Luís vem sendo relacionado pelo técnico Paulo Sousa e é visto como titular do Rubro-Negro.

Aos 36 anos, o lateral, que vem atuando como zagueiro, demonstra ter disposição para jogar mais uma temporada pelo Mengão. O mesmo vale para o meio-campista Diego Ribas, aos 37 anos, e o goleiro Diego Alves, com 36 anos. Os dois também indicam intenção de continuar, mas perderam espaço na equipe.

Até o fim do ano passado, Alves e Ribas eram peças indispensáveis, mas a sequência de desclassificações desde a Libertadores de 2021 pesou para a dupla.

No começo do mês, o vice-presidente do Flamengo, Marcos Braz, sinalizou o possível futuro dos três jogadores, sem dar muitas esperanças de renovação. Uma das justificativas do dirigente é o tempo que os atletas estão sendo utilizados dentro de campo.

"Esses três jogadores foram renovados [os contratos] no dia 3 de outubro. Nessa data nós estávamos a 60 dias de uma possível final de Libertadores. Estávamos com chance de título brasileiro e na Copa do Brasil. Foi feita a opção da renovação também em cima da minutagem. A minutagem do Filipe e do Diego Alves era altíssima, isso não dá para negar. Atrelar Paulo Sousa às renovações deles é uma loucura, isso foi feito no ano passado", afirmou Braz.

"Precisava-se tomar uma decisão ali, deixar os jogadores tranquilos. Imagina jogadores em final de contrato, nervosos. Fizemos a opção de renovar por um ano, existiam pleitos de até estender esse contrato. Depois que perdemos os três campeonatos, a chegada do Paulo e a decisão de dar pouca minutagem é que isso vem à tona. Nada tem a ver com pouca minutagem do Paulo. Com os técnicos que estavam aqui, eles sempre tiveram muita minutagem", finalizou o dirigente.

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