Futebol para elas: projetos na América do Sul incluem mulheres de todas as idades no esporte
Colômbia e Equador são dois exemplos de países da região que adotaram programas de futebol feminino
Futebol|Do R7, com RECORD NEWS
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Iniciativas na Colômbia e no Equador têm incentivado que mais mulheres participem do futebol. Além da criação, por exemplo, da Super Liga Feminina do Equador, após a Confederação Sul-Americana de Futebol exigir que os clubes masculinos contassem com equipes femininas, há programas focados para as amadoras que não tiveram a oportunidade de contato com o esporte.
Uma dessas iniciativas veio da jogadora aposentada Mercedes Añamise, que criou um programa de treinamento na universidade que acolhe profissionais e amadoras, sem exigir experiência prévia ou estabelecer limite de idade. O espaço considerado seguro também valoriza o papel de mães e cuidadoras, encorajando essas mulheres a continuar aprendendo e treinando.

“Elas nos escreveram preocupadas se eram para profissionais ou amadores, então dissemos que não precisavam de experiência, apenas vontade de jogar. Depois teve a questão da idade, então não estabelecemos o limite e vimos que havia muitas meninas interessadas em aprender”, relembra.
Já na Colômbia, a Associação de Futebol Feminino organiza um torneio exclusivo para mulheres acima dos 30 anos, o que incentiva ainda mais a participação de mulheres de diferentes idades. E, com a aproximação da Copa do Mundo Feminina no Brasil no próximo ano, estes esforços visam criar competições justas e aumentar o apoio da sociedade à categoria.
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