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BRASILEIRO 2022

Flamengo vence no Equador com gol no fim e segue vivo na Libertadores

Futebol|Do R7

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Na centésima partida da sua história na Copa Libertadores, o Flamengo conseguiu uma vitória heroica por 2 a 1 sobre o Emelec, nesta quarta-feira, na altitude de 2.530 metros de Guayaquil, e agora tem boas chances de classificação para as oitavas de final.

Os dois primeiros gols da partida foram marcados de pênalti. Alecsancdro abriu o placar para o time carioca aos sete minutos de jogo e Stracqualursi deixou tudo igual aos 22 da etapa final.


Enquanto o Emelec pressionava para buscar a virada, Paulinho aproveitou um contra-ataque e deu a vitória inesperada ao Flamengo nos acréscimos.

O clube rubro-negro, que estaria eliminado em caso de derrota, deixou a lanterna e pulou para a terceira posição do grupo 7, que ficou embolado. O boliviano Bolívar tem oito pontos, um de vantagem sobre Flamengo e León, do México, e dois sobre os equatorianos.


Para garantir a vaga nas oitavas, basta ao Mengão vencer os mexicanos na próxima quarta-feira no Maracanã.

Empurrado pela sua torcida, o time equatoriano começou pressionando, mas o Flamengo estava bem posicionado em campo, pronto para aproveitar a falha do adversário.


A estratégia não demorou a dar resultado. O zagueiro argentino Cristian Nasuti acabou dando, literalmente, uma 'mãozinha' aos rubro-negros.

Aos sete minutos de jogo, João Paulo avançou pela esquerda e cruzou para a área na direção de Alecsandro, mas Cristian Nasuti colocou a mão na bola, impedindo a finalização do atacante.


O juiz demorou para reagir, mas acabou marcando o pênalti. O zagueiro levou um cartão amarelo, mas poderia até ter sido expulso, já que o toque de mão era claramente intencional.

O próprio Alecsandro cobrou a penalidade máxima no canto direito do goleiro Dreer, que pulou para o lado certo, mas não alcançou a bola.

O Emelec sentiu o golpe e passou a mostrar bastante nervosismo, errando muitos passes e esbarrando na boa marcação do Flamengo.

O primeiro chute a gol dos equatorianos veio apenas aos 28. Mondaini recebeu na esquerda e arriscou de fora da área, obrigando Felipe a fazer boa defesa.

Aos 30, o técnico Gustavo Quinteros foi para tudo ou nada, tirando um volante para colocar mais um atacante em campo, com a entrada de Marcos Caicedo no lugar de Edy Corozo.

A mudança quase surtiu efeito aos 37, quando Caicedo caiu na área depois do contato com Welinton. A torcida pediu pênalti, mas o juiz não deu nada.

Atacando na base do desespero, o Emelec estava exposto, e o Flamengo poderia ter matado o jogo com mais capricho no último passe.

Aos 42, Everton aproveitou uma saída de bola errada dos equatorianos e soltou uma bomba da direita da área, mas Dreer salvou os equatorianos.

O técnico do Emelec mexeu novamente na equipe no intervalo, tirando Mondaini para a entrada de Bolaños.

O segundo tempo começou como o primeiro, com o time da casa pressionando e o Flamengo levando perigo nos contragolpes.

Aos 5, Alecsandro fez boa jogada pelo meio e lançou Paulinho, que tentou encobrir o goleiro, mas mandou a bola na arquibancada.

O Emelec ameaçou aos 10 com um chute da entrada da área de Bolaños que passou por cima da meta de Felipe.

Jaime de Almeida fez sua primeira mudança aos 13, colocando Recife no lugar de Muralha.

O jovem volante de 19 anos, que disputava sua primeira partida na Libertadores, acabou prejudicando o time menos dez minutos depois, quando cometeu falta em Bolaños na área em lance que não oferecia perigo. O árbitro marcou pênalti, Stracqualursi foi para a cobrança e não perdoou.

A torcida do Emelec, que já vinha pulando e cantando sem parar mesmo quando o time estava perdendo, foi ao delírio e passou a empurrar ainda mais.

O Flamengo começou a sentir os efeitos da altitude e passou a recuar cada vez mais, deixando o adversário chegar com perigo até sua área.

Os equatorianos partiram para cima para tentar na virada, mas foram surpreendidos no apagar das luzes, quando Negueba puxou um contra-ataque e tocou para Paulinho, que recebeu livre na área e fuzilou Dreer com um belo chute cruzado, mantendo o rubro-negro mais vivo do que nunca na Libertadores.

el/cl/lg/lr

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