Fla terá que superar marcas históricas e quebrar tabu de 4 anos para conquistar Recopa
Rubro-Negro recebe o Lanús nesta quinta, no Maracanã, pelo jogo de volta do torneio, após perder por 1 a 0 na ida
Futebol|Do R7
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O Flamengo entra em campo nesta quinta-feira (27), às 21h30 (de Brasília), contra o Lanús, pelo jogo de volta da Recopa Sul-Americana. Em desvantagem após perder na ida por 1 a 0, na Argentina, o Rubro-Negro terá a missão de reverter um cenário que não consegue mudar desde 2022. Naquele ano, o Fla bateu o Atlético-MG nas oitavas da Copa do Brasil por 2 a 0, após perder a ida por 2 a 1. Desde então, foram quatro jogos e quatro derrotas.
Em 2023, o Flamengo encarou o Independiente del Valle, também na Recopa, e venceu por 1 a 0 na volta depois de perder pelo mesmo placar na ida. Nas penalidades, porém, os equatorianos levaram a melhor. No ano seguinte, nas quartas de final da Libertadores, o Rubro-Negro não conseguiu reverter a vantagem construída pelo Peñarol na ida e acabou eliminado.
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Já no ano passado, novamente nas oitavas de final da Copa do Brasil contra o Atlético-MG, o Rubro-Negro saiu atrás no primeiro jogo, perdendo por 1 a 0. Na volta, devolveu o placar e a decisão foi para os pênaltis, terminando com vitória do Galo e eliminação dos comandados de Filipe Luís.
Tabu internacional
Considerando apenas competições sul-americanas, a missão do Flamengo fica ainda mais difícil. Em toda a história, o Rubro-Negro nunca conseguiu reverter desvantagem após perder o jogo de ida na final de uma das principais competições continentais.
A derrota em um jogo de ida já aconteceu duas vezes na história flamenguista. A primeira foi em 2017, quando o Flamengo foi superado por 2 a 1 pelo Independiente, da Argentina, na primeira partida. No Maracanã, após empate por 1 a 1, os cariocas assistiram os adversários levantarem o título e amargaram o vice.
O cenário se repetiu em 2023, justamente pela Recopa. Diante do Independiente del Valle, o Flamengo perdeu por 1 a 0 no Equador. No Rio de Janeiro, o time conseguiu devolver o placar, mas acabou sendo derrotado na disputa de pênaltis.
Já em 1981, o Rubro-Negro chegou a ser derrotado em um dos confrontos da final da Libertadores, mas havia vencido o primeiro duelo. Após triunfo por 2 a 1 na ida e revés por 1 a 0 na volta, a decisão contra o Cobreloa foi para o jogo de desempate, formato comum à época, e terminou com vitória por 2 a 0, garantindo o título.













