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BRASILEIRO 2022

Ednaldo Rodrigues é reeleito presidente da CBF até 2030

Dirigente de 71 anos comanda a entidade desde 2021 e disputou eleições como candidato único após retirada de Ronaldo Fenômeno

Futebol|Do R7, em Brasília

Ednaldo foi reeleito para comandar a CBF até março de 2030 Thais Magalhães/Divulgação CBF

O presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ednaldo Rodrigues, foi reeleito nesta segunda-feira (24) para um mandato de quatro anos, de março de 2026 a março de 2030. No cargo desde agosto de 2021, o dirigente não contava com adversários no pleito, depois que Ronaldo Fenômeno se retirou da disputa.

Foram escolhidos ainda oito vice-presidentes, três membros efetivos e mais três suplentes do Conselho Fiscal para mandato de quatro anos.

A chapa “Por um Futebol Mais Inclusive e Sem Discriminação de Qualquer Natureza” foi assinada pelas 27 federações estaduais, os 13 clubes da Série A e outros 13 da Série B.

A eleição contou com 25 votos a favor da chapa, 1 voto nulo e 1 branco. A ideia do presidente reeleito era criar um grupo que considerasse todas as regiões brasileiras. Veja os vice-presidentes eleitos:


  • Gustavo Dias Henrique
  • Ricardo Nonato Macedo de Lima
  • Reinaldo Rocha Carneiro Bastos
  • Gustavo Oliveira Vieira
  • Ednailson Leite Rozenha
  • Antônio Roberto Rodrigues Góes da Silva
  • Leomar de Melo Quintanilha
  • Rubens Renato Angelotti.

Combate ao racismo

Em entrevista recente à CBF TV, Rodrigues afirmou que o combate ao racismo será um dos principais objetivos. A chapa terá como desafio consolidar projetos em andamento e implementar novas ações para o desenvolvimento do esporte no país.

“‘Por um Futebol Mais Inclusivo e Sem Discriminação de Qualquer Natureza’ é um tema que a CBF sempre vai defender, a gente tem visto esses crime acontecerem não só no futebol, como em outros setores da sociedade, mas o futebol é um instrumento forte e que podemos usar para combatê-los, com penas desportivas que possam ser aplicadas, como já determina a CBF, a primeira entidade e a tomar tal medida, que foi aprovada pela Fifa e hoje se estende a todas as federações nacionais filiadas”, disse.

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