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A ‘loucura’ de Fernando Diniz vai conquistar a Fiel? Nós perguntamos para a galera

Entre a mística do ‘Bando de Loucos’ e o receio defensivo, fomos às ruas de Osasco para medir o termômetro dos torcedores sobre o novo comandante do Timão

Desimpedidos|Clara Valêncio e Lucas Faraldo

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O casamento entre Fernando Diniz e o Corinthians promove o encontro de dois universos conhecidos pela alta voltagem. De um lado, uma torcida que se autointitula um “Bando de Loucos”; do outro, o técnico que transformou a beira do gramado em um teste de resistência para as cordas vocais. Para entender se essa união é um movimento de mestre ou um convite ao perigo, a equipe do Desimpedidos foi ao calçadão de Osasco ouvir quem realmente vive o clube.

Remédio ou veneno?

Entre os torcedores ouvidos, a teoria do “remédio para louco” ganhou força. Para parte da Fiel, o estilo explosivo de Diniz é o choque necessário para tirar o elenco do marasmo. “O Corinthians é um bando de loucos e o Diniz talvez seja o técnico mais louco. Acho que combina”, resumiu um entrevistado. No entanto, o otimismo é cauteloso: há quem já preveja um estoque renovado de calmantes para aguentar as trocas de passes dentro da própria pequena área.


Fernando Diniz em clássico entre Corinthians e Palmeiras, pelo Brasileirão 2026 Rodrigo Coca/Corinthians - 12.04.2026

A torcida dos rivais

A reportagem também captou um entusiasmo inesperado (e levemente suspeito) de torcedores rivais. Com um “olhar de maldade” difícil de esconder, houve quem torcesse pela permanência vitalícia do treinador no Parque São Jorge. Se o desejo nasce da admiração tática ou da esperança de uma “entregada” em dia de clássico, o campo dirá em breve.

Cobrança sobre as estrelas

Nem as grandes contratações escaparam da análise popular. Sobrou para Memphis Depay, que, na visão de alguns, pode precisar de um “puxão de orelha” para manter a intensidade, e para Matheuzinho, apontado como possível alvo favorito das cornetadas do professor. Houve tempo até para comparações estéticas, com o penteado de Diniz sendo carinhosamente associado ao personagem “Piu-Piu Maluco”.


Fernando Diniz como novo treinador do Corinthians Divulgação/Corinthians

No fim, entre os que sonham com o futebol arte e os que temem o erro fatal na zaga, a conclusão em Osasco é unânime: com Diniz no comando, o Corinthians pode até não ser campeão de tudo, mas o tédio passará longe de Itaquera.

Assista ao vídeo completo e veja quem aposta no sucesso — ou no caos — dessa nova era alvinegra.

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