De potência mundial, Milan aposta em time mediano para ressurgir
Equipe está acompanhando o futebol italiano, que vive contenção de gastos
Futebol|Do R7
Nos últimos anos, a torcida do Milan vem assistindo ao desmantelamento de uma equipe de estrelas. Como o futebol italiano vive uma crise financeira, a equipe de Milão não tem conseguido manter grandes astros no time. Para a próxima temporada, a ordem para o técnico Filipo Inzaghi é montar uma equipe coesa e determinada.
Para tanto, depois de se desfazer de Thiago Silva e Ibrahimovic, para esta temporada o Milan já não conta com astros como Robinho, que foi para o Santos, e Balotelli, negociado com o Liverpool. Como reforços, trouxe nomes conhecidos, mas não tão consagrados internacionalmente, como o goleiro Diego López, o zagueiro brasileiro Alex e o meia Ménez, além do lateral Armero. O custo das contratações foi zero na maioria das aquisições.
A grande esperança do clube, El Shaarawy, se tornou, com o tempo, uma incógnita, devido aos seus compromissos comerciais e ao apego à vida noturno. No entanto, ele ainda tem presença garantida na equipe e merece a confiança dos milanistas, que ainda apostam no seu talento.
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A política do "bom e barato" tem tomado conta de vários grandes italianos, em um momento de conteção de gastos. O Milan deverá receber cerca de 25 milhões de euros com as negociações de Balotelli e Constant e a torcida espera por mais nomes de peso.
Inzaghi está montando um time-base formado por: Diego López; De Sciglio, Rami, Alex e Armero; De Jong, Essien e Honda; El Shaarawy, Pazzini e Ménez. Por enquanto, porém, a determinação do time tem dado resultado e a esperança é conseguir algo muito melhor do que o oitavo lugar da temporada passada. Na estreia do italiano, o Milan já largou bem, vencendo a Lazio por 3 x 1.
















