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Corinthians x São Paulo: por que Bobadilla não foi expulso por ‘gesto obsceno’

Decisão do árbitro gerou revolta após expulsões recentes de jogadores do Timão por gestos parecidos

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O clássico entre Corinthians e São Paulo gerou polêmica sobre um possível gesto obsceno de Bobadilla durante a comemoração de um gol.
  • O árbitro Anderson Daronco decidiu que o jogador não seria expulso, pois não tocou nas partes íntimas.
  • A decisão gerou revolta entre torcedores e dirigentes, especialmente após expulsões anteriores de jogadores do Corinthians por gestos semelhantes.
  • Dirigentes afirmaram que a conduta é ofensiva, independentemente do contexto, e pediram uma uniformidade nas decisões da arbitragem.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Corinthians venceu o São Paulo por 3 a 2 em jogo pelo Brasileirão Reprodução/Instagram @damibobadilla_8

O clássico entre Corinthians e São Paulo, que aconteceu neste domingo (10), na Neo Química Arena, terminou em críticas à arbitragem. Uma das polêmicas envolveu um possível gesto obsceno feito por Bobadilla na comemoração do primeiro gol do São Paulo.

Na ocasião, o paraguaio saiu correndo em direção ao banco de reservas do Tricolor após balançar as redes e fez um gesto com as mãos, parecido com o que expulsou os corinthianos Allan e André recentemente.


A diferença, segundo o árbitro Anderson Daronco, é que o são-paulino não tocou as partes íntimas. “Após revisão, percebo o jogador do São Paulo comemorando o gol, e não encostando a mão na sua genitália. Ele comemora a situação”, disse Daronco depois de analisar o monitor do VAR.

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A decisão de Daronco provocou revolta não só entre torcedores, mas também entre dirigentes, que relembraram as expulsões de Allan, contra o Fluminense, e André, contra o Palmeiras.


“Todo mundo sabe que fomos punidos com dois jogadores, em jogos diferentes, por um gesto obsceno. E aí, a justificativa é que não tocou na área genital. Isso não é característica do gesto obsceno”, disparou Marcelo Paz, diretor executivo de futebol do Timão.

“Aquele mesmo gesto em praça pública ou restaurante seria ofensivo. Se não cabe fora do futebol, não cabe dentro do futebol”, concluiu.

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