Copa do Mundo-2014: declarações após o sorteio dos grupos
Futebol|Do R7
Diego Lugano (capitão do Uruguai, que está no Grupo D com Itália, Inglaterra e Costa Rica): "Pra mim, é o grupo mais difícil, acho que todos já sabem disso. É o desafio da nossa carreira, de nossas vidas, inigualável".
Roy Hodgson (técnico da Inglaterra): "Ter a Itália e o Uruguai no mesmo grupo é como ter dois cabeças de chave, mas posso dizer que não fiquei surpreso com o sorteio. As partidas começam com 11 contra 11 em campo e se estivermos bem preparados, temos chances de vencer os três jogos".
Cesare Prandelli (técnico da Itália): "É o grupo que mais se destaca. Será muito difícil, mas se nos prepararmos bem, estou convencido que faremos um bom trabalho. As partidas serão difíceis porque é um Mundial. Estaremos bem motivados e entusiasmados com o desafio".
Louis Van Gaal (técnico da Holanda, que está no Grupo B com Espanha, Chile e Austrália): "É complicado, a Espanha quer chegar à final e a Holanda também. E mesmo se vencermos, teremos provavelmente que passar pelo Brasil (nas oitavas). O Brasil é o principal favorito da competição. Para nós, a Espanha é um desafio e o Chile também é uma boa equipe".
Jorge Sampaoli (treinador do Chile): "Teremos que jogar contra os campeões do mundo e contra uma forte Holanda. Tentaremos ser o mais competitivo possível para ter uma chance de classificação. É um grupo bastante complicado, pelas caraterísticas das equipes, gostaria de ter enfrentado outros tipos de adversários. Mesmo assim, o resultado do sorteio não nos surpreende, e, pelo contrário, nos estimula. Os adversários são complicados pela história que têm, mas chegou a hora de jogar, temos a esperança que o Chile faça grandes partidas, como aconteceu contra Espanha (empate em 2 a 2) e Inglaterra (vitória por 2 a 0 em Wembley)".
Ange Postecoglou (técnico da Austrália): "Todos já nos consideram eliminados desde o início, o que é lógico, na minha opinião. Mas, do nosso ponto de vista, é uma grande oportunidade de mostrar ao mundo que nós podemos jogar um bom futebol contra as melhores nações. Nosso grupo parece ser o mais complicado, mas espero que seja também o que mostrar o melhor futebol".
Jurgen Klinsmann (técnico da Alemanha, que está no Grupo G com Portugal, Gana e Estados Unidos): "É um grupo duro, dificilmente estaríamos em um grupo mais difícil. É um grande desafio, mas estamos ganhando confiança há dois anos e meio e acabamos de viver o melhor ano do futebol nos Estados Unidos.
Paulo Bento (técnico de Portugal): "É um grupo equilibrado, com a Alemanha, que podemos considerar favorita em função de seu potencial. Os Estados Unidos, assim como Gana, são duas equipes bem organizadas, que têm também talentos individuais nos grandes clubes europeus. Lutaremos com nossas armas para nos classificar, se possível em primeiro lugar".
Marc Wilmots (Técnico da Bélgica, que está no grupo H com Argélia, Rússia e Coreia do Sul): "Poderia ter sido pior. São três finais. A Bélgica e a Rússia são, sem dúvida, as duas favoritas. O objetivo é passar por esta primeira fase. Estou muito satisfeito com o local onde acontecerão os jogos (Belo horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo). O calendário não é tão bom assim, porque começamos muito tarde (estreia em 17 de junho contra Argélia). Temos um bom retrospecto contra a Rússia, mas é uma equipe que tem muitas qualidades e um ótimo técnico (Fabio Capello). Conhecemos menos a Argélia e a Coreia do Sul, mas vamos estudar de perto suas trajetórias".
Vincent Kompany (capitão da Bélgica, via Twitter): "Bélgica, Argélia, Coreia do Sul e Rússia. Interessante, mas perigoso, porque não podemos nos esconder. Chegar à próxima fase é obrigação".
Safet Susic (treinador da Bósnia, que está no Grupo F com Argentina, Irã e Nigéria): "Não podemos ficar chateados, apesar de estarmos numa chave com a Argentina, uma das favoritas ao título mundial. Sobre as duas outras equipes, uma delas com certeza é mais fraca do que a gente, o Irã. Já a Nigéria, no pior dos casos, tem mais ou menos o nosso nível, mas grande experiência em Mundiais. Acredito que vamos lutar pela segunda vaga no grupo com a Nigéria. Quando vejo o grupo dos croatas (Brasil, Croácia, México e Camarões), acho que temos que ficar satisfeitos com nosso sorteio".
Martial Yéo (ex-treinador da Costa do Marfim): "Nas últimas duas edições, o sorteio não nos ajudou, nos colocando em grupos difíceis, com equipes que são referências mundiais. Em 2006, pegamos Argentina e Holanda, em 2010 Brasil e Portugual. Desta vez, deus ouviu nossas preces. Temos um grupo acessível, mas precisamos nos preparar seriamente para conseguir a classificação".
Carlos Queiroz (treinador do Irã, que está no Grupo F com Bósnia, Argentina e Nigéria): "É um privilégio jogar contra estas equipes, que estão entre as melhores do mundo. Estamos muito felizes, e temos grandes ambições".
Elderson Echeijile (zagueiro da Nigéria): "O sorteio não foi nada mal. Esperamos fazer uma boa estreia contra o Irã. É óbvio que a Argentina é a equipe a ser batida neste grupo. É bom enfrentá-los no último jogo".
Daniel Amokachi (técnico da Nigéria): "Foi um bom sorteio para nós. Argentina é uma potência mundial, mas não podemos subestimar o Irã e a Bósnia. Vamos respeitar todas as equipes e iremos de partida em partida".
José Pékerman (técnico da Colômbia, que está no grupo C com Grécia, Costa do Marfim e Japão): "É um grupo parelho, bom para a Colômbia. Podemos encarar a competição com tranquilidade. Há um asiático, um africano e um europeu, todos com caraterísticas distintas. Precisamos trabalhar para buscarmos o nosso equilíbrio e dar o nosso máximo"
Radamel Falcao García (atacante da Colômbia), falando de Mônaco:
"Parece que temos um bom grupo, que convém às caraterísticas do futebol colombiano. Se estivermos em um bom momento na hora da Copa, com certeza as coisas vão sair bem. A Costa do Marfim tem grandes individualidades, a Grécia tem uma equipe forte, mais pela sua força coletiva, e o Japão sempre tem um grande esquema de trabalho, com um bom conjunto, que se esforça ao máximo".
Alexandros Tziolis (zagueiro da Grécia): "À primeira vista, é um grupo muito difícil. Não conhecemos muito bem nossos adversários, mas vamos nos preparar para alcançar nosso objetivo, que é avançar às oitavas de final".
Kostas Katasouranis (meio de campo da Grécia): "Não é um grupo fácil ou difícil, já que todas as melhores equipes do mundo estão aqui. Temos que mostrar profissionalismo para passar de fase. Temos um elenco formado por jogadores experientes e podemos ir longe na competição".
Ottmar Hitzfeld (técnico da Suíça, que está no Grupo E com Equador, França e Honduras): "Como treinador, tenho que ser crítico e nada ingênuo. Acho que este grupo não será apenas um passeio. Equador e Honduras são seleções técnicas e táticas. Os franceses são os favoritos do grupo, mas devemos também chegar às oitavas de final".
Didier Deschamps (técnico da França): "É difícil comentar um sorteio, mas é verdade, não posso negar, poderíamos ter tido um grupo muito pior. Agora conhecemos nossos adversários, e enfrentaremos nossos vizinhos e amigos suíços, um sul-americano, o Equador, e em seguida Honduras, da América Central".
Reinaldo Rueda (técnico do Equador): "Enfrentaremos seleções muito experientes e competitivas. É um grupo muito difícil, com três estilos muito diferentes. Os dois europeus tem fortes individualidades e Honduras mostrou muita maturidade. Precisamos mostrar nosso melhor futebol desde o início".
Luis Suarez (treinador de Honduras, que está no Grupo E com Suíça, Equador e França): "Temos a capacidade de sermos protagonistas neste Mundial, mas precisamos respeitar todas as seleções. Espero que as pessoas entendam que tipo de equipe teremos que enfrentar".
Noel Valladares (goleiro de Honduras): "O grupo parece acessível, mas no campo é diferente. Sentados ao redor de uma mesa, é fácil dizer que podemos ganhar de todos, mas na prática é diferente. Acredito que é uma vantagem jogar contra o adversário mais forte (França) na primeira rodada".
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