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Clubes paulistas se articulam contra projeto que restringe publicidade de casas de apostas

Encontro na FPF discutiu como projeto que limita publicidade de bets na capital paulista pode afetar a receita dos clubes

Futebol|Do R7

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  • Clubes paulistas se reuniram na FPF para discutir projetos de lei que restringem publicidade de casas de apostas em São Paulo.
  • O principal projeto, do vereador João Jorge, proíbe publicidade de apostas em eventos na capital, com multa de R$ 50 mil por infração.
  • Clubes como Corinthians, Palmeiras e São Paulo podem perder receitas significativas de patrocínios, totalizando R$ 350 milhões por temporada.
  • A proposta já recebeu parecer favorável na Câmara Municipal e aguarda votação e sanção do prefeito para entrar em vigor.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Reunião na FPF
Reunião na FPF discutiu projeto que pode afetar receita dos clubes paulistas Rodrigo Corsi/Ag. Paulistão - 11.09.2026

Representantes de Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Santos e Juventus se reuniram nesta sexta-feira (11) na FPF (Federação Paulista de Futebol) para discutir medidas em resposta a projetos de lei que restringem a publicidade de casas de apostas em São Paulo. Uma das propostas pode ser votada na próxima semana na Câmara Municipal.

O encontro reuniu profissionais das áreas jurídica, de comunicação e marketing dos clubes, além de executivos de empresas do setor de apostas. A preocupação dos dirigentes é com o impacto financeiro das medidas, que podem afetar contratos de patrocínio firmados com as chamadas bets.


O principal projeto em debate é de autoria do vereador João Jorge (MDB) e prevê a proibição da publicidade das bets em eventos realizados na capital paulista, incluindo placas, faixas e painéis em estádios. O texto estabelece multa de R$ 50 mil e outras sanções para quem infringir a lei.

De acordo com os clubes, a proposta pode comprometer receitas importantes. Corinthians, Palmeiras e São Paulo arrecadam R$ 350 milhões por temporada com contratos de patrocínio ligados ao setor de apostas. Os dirigentes temem perder a competitividade com clubes de outros estados, que continuariam explorando o mercado sem nenhum tipo de trava.


A proposta já recebeu parecer favorável nas comissões da Câmara Municipal e está liberada para votação no plenário. Para entrar em vigor, a lei precisa ser aprovada em duas discussões e sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB).

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