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BRASILEIRO 2022

Brasileirão: técnicos passam ilesos e 11ª rodada é a primeira sem demissões

Elite do futebol nacional tem sido impiedosa com os profissionais, com um treinador demitido por rodada

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A 11ª rodada do Brasileirão 2026 foi a primeira sem demissões de técnicos.
  • Até então, a média era de um treinador demitido por rodada, evidenciando a competitividade da Série A.
  • Palmeiras e Bahia se destacam pela continuidade em seus comandantes, com Abel Ferreira e Rogério Ceni respectivamente.
  • A pressão por resultados imediatos persiste, e novas demissões são esperadas devido à instabilidade dos times.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Brasileirão: 11ª rodada é a primeira sem técnicos demitidos Rafael Ribeiro/CBF

A 11ª rodada do Brasileirão 2026 é a primeira sem nenhum técnico demitido após o término dos jogos. Até então, a elite do futebol nacional teve um treinador demitido a cada rodada disputada, uma mostra do quão implacável e competitiva é a Série A. Ao todo, caíram Jorge Sampaoli, Fernando Diniz, Juan Carlos Osorio, Filipe Luís, Hernán Crespo, Tite, Juan Pablo Vojvoda, Martín Anselmi, Gilmar Dal Pozzo e Dorival Jr.

A dança das cadeiras é marca registrada do Brasileirão, com inúmeras trocas de treinadores ao longo do campeonato. Com uma média de quase um técnico demitido por rodada, são diversos trabalhos com menos de um mês na atual edição, como Cuca (25 dias), Arthur Jorge (21 dias), Franclim Carvalho (11 dias), Fernando Diniz (7 dias) e Fábio Matias (7 dias).


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Nos demais times que demitiram seus técnicos, os novos treinadores somam tempo de trabalho ligeiramente maior. Roger Machado tem um mês e três dias à frente do São Paulo, já Leonardo Jardim, Léo Condé e Renato Gaúcho têm cinco dias a mais de trabalho do que o técnico do São Paulo. Eduardo Domínguez, que substituiu Sampaoli, o primeiro técnico demitido do Brasileirão, tem um mês e 17 dias de trabalho.

Trabalhos longevos são minoria

No lado oposto da instabilidade, Palmeiras e Bahia são exemplos de continuidade. Abel Ferreira é técnico do Verdão há mais de 5 anos, enquanto Rogério Ceni já soma dois anos e sete meses à frente do Bahia. Logo abaixo, vem Rafael Guanaes, que é técnico do Mirassol há pouco mais de um ano.


O trio mostra que a regularidade é o caminho mais assertivo para as conquistas esportivas. No Palmeiras, Abel é multicampeão e ídolo dos palmeirenses, sendo indiscutivelmente o maior treinador da história do clube. Já Ceni elevou o patamar do Tricolor de Aço, transformando o time em protagonista do futebol brasileiro, sempre brigando na parte de cima da tabela do Brasileirão, apesar de derrapar às vezes em torneios de mata-mata.

Guanaes, por sua vez, mesmo vivendo drama na Série A, ocupando a lanterna, conta com respaldo conquistado após a temporada mágica em 2025, em que o Leão Caipira foi quarto colocado na tabela, superando times de maior orçamento com trabalho e organização.

Brasileirão implacável

No fim das contas, a 11ª rodada é apenas uma pausa momentânea na tradicional “dança das cadeiras” do Brasileirão, mas dificilmente indica uma mudança de cenário a longo prazo. A pressão por resultados imediatos segue como marca da competição, e qualquer tropeço pode ser determinante para novas demissões já nas próximas rodadas. Em um campeonato tão equilibrado quanto imprevisível, a paciência ainda é exceção, e não regra.

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