Bolívia revive esperança, aposta em Menino da Vila e fica a um jogo da Copa após 32 anos
Seleção boliviana encara o Iraque, nesta quarta-feira (1º). Quem passar entra no grupo I, que já tem França, Senegal e Noruega
Futebol|Do R7
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A Bolívia está a um jogo de voltar a Copa do Mundo após 32 anos de ausência. Após eliminar o Suriname por 2 a 1, a seleção boliviana volta suas atenções para o Iraque, adversário desta quarta-feira (1º) na repescagem mundial. As duas nações entram em campo à meia noite, Estadio BBVA, em Monterrey, no México, e quem avançar entrará no Grupo I do Mundial, que já tem França, Senegal e Noruega.
A última vez que a Bolívia participou de um Mundial foi em 1994, na edição dos Estados Unidos. Naquela ocasião, os bolivianos ficaram no grupo C, ao lado de Alemanha, Espanha e Coreia do Sul. Contra alemães e espanhois, a seleção sul-americana perdeu por 1 a 0 e 3 a 1, respectivamente. Já contra os sul-coreanos, o empate sem gols permaneceu no placar.
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Neste ano, na semifinal da repescagem, a vitória sobre o Suriname passou por um nome decisivo: Miguel Terceros, o Miguelito. Revelado pelo Santos, o camisa 7 boliviano fez o gol decisivo da classificação e é a principal aposta da equipe para a conquista de uma vaga na Copa do Mundo deste ano.
Desde que estreou pela Bolívia, em 2022, Miguelito soma 31 jogos, com nove gols marcados. O meia-atacante atua pela faixa direita do ataque, tendo liberdade para transitar pelo meio e se associar com seus companheiros. Além disso, é batedor de falta e o principal cobrador de pênalti da equipe.
Repescagem mundial
A repescagem mundial reuniu seis seleções, uma de cada confederação, com exceção da Concacaf, que teve duas representantes, e da Uefa, que realiza seu próprio playoff, na briga por duas vagas na Copa do Mundo. Bolívia (Conmebol), República Democrática do Congo (CAF), Iraque (AFC), Nova Caledônia (OFC), Jamaica e Suriname (Concacaf) foram divididas em duas chaves.
Nas semifinais, a Jamaica bateu a Nova Caledônia, enquanto a Bolívia superou o Suriname. As duas avançaram e agora encaram, respectivamente, RD Congo e Iraque nas decisões que valem vaga no Mundial. Cabeças de chave, africanos e asiáticos entraram direto na final.














