Avião que caiu com delegação da Chapecoense não tinha seguro
Canal afirmou que LaMia não tinha seguro válido para aquele voo
Futebol|Da Ansa

O voo que levava a delegação da Chapecoense e membros da imprensa brasileira para a final da Copa Sul-Americana não estava protegido por um seguro válido, informou nesta quinta-feira (25) a emissora "CNN" em Espanhol.
EsportesR7 no YouTube. Inscreva-se
Segundo documentos obtidos pelo canal, o avião da companhia boliviana LaMia tinha uma apólice que não havia sido suspensa por falta de pagamento. A renovação do seguro ocorreu no dia 10 de abril de 2016 e, portanto, estaria válida no dia do acidente, em 29 de novembro, se tivesse sido quitada.
A informação consta em uma notificação enviada pela seguradora Bisa às autoridades que investigam o acidente em fevereiro deste ano.
Ao todo, 71 pessoas perderam a vida na queda do avião em Medellín, na Colômbia, minutos antes do pouso no aeroporto na cidade. Desde então, a investigação sobre o que ocorreu é feito tanto em território colombiano como na Bolívia.
No ano passado, a Bolívia acusou a empresa e o piloto Miguel Quiroga, que faleceu no acidente e também era dono da companhia, de serem os responsáveis pela tragédia.
Logo após o acidente envolvendo o voo da Chapecoense, que vitimou 71 pessoas na Colômbia, saqueadores roubaram pertences dos mortos. Nas semanas seguintes, um grupo de moradores do bairro de La Unión criou uma associação para recuperar os bens, que tev...
Logo após o acidente envolvendo o voo da Chapecoense, que vitimou 71 pessoas na Colômbia, saqueadores roubaram pertences dos mortos. Nas semanas seguintes, um grupo de moradores do bairro de La Unión criou uma associação para recuperar os bens, que teve um aumento muito grande nas últimas semanas decorrentes do retorno do Verdão para enfrentar o Atlético Nacional pela Recopa Sul-Americana
























































