Após surra, Palmeiras desembarca irônico e quase calado
Dirigente não garantiu a continuidade de Gilson Kleina como treinador
Futebol|Do R7

Toda a irritação mostrada por Paulo Nobre ao descer nos vestiários do estádio Durival de Britto nessa quarta-feira, logo após a péssima atuação na derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, não foi acompanhada por torcedores. A delegação palmeirense desembarcou com segurança reforçada e nenhum protesto na tarde desta quinta-feira. Mas foi iniciada uma reunião que pode definir até a saída de Gilson Kleina.
O presidente saiu de Curitiba prometendo uma “chacoalhada”, e não garantiu em nenhum momento a manutenção do técnico. O time realiza um treino com portões fechados para a imprensa na Academia de Futebol e, embora a diretoria não confirme, haverá uma conversa que pode mudar os rumos da equipe na temporada.
O mandatário do clube não protestou só pelo vexame no Paraná. Manifestou publicamente que tem visto apatia no líder da Série B do Brasileiro há alguns jogos, argumento que Kleina não concorda. Esse deve ser o tom do bate papo que deve ter também a presença do diretor executivo José Carlos Brunoro e do gerente de futebol Omar Feitosa.
Presidente se diz envergonhado com eliminação
Nobre nem voltou com a delegação de Curitiba. No desembarque no aeroporto de Congonhas, o único dirigente presente era Omar, que desconversou usando até ironias para comentar a possível troca no comando do time. De cabeça fria, o presidente analisará com calma o trabalho de quase um ano de Kleina.
Selinho de Sheik não é nada. Veja fotos vergonhosas de atletas
O treinador deu entrevistas no aeroporto e alegou não se sentir pressionado, pedindo que também sejam lembradas as dificuldades que enfrentou na montagem do elenco e desfalques como Valdivia nos jogos decisivos na temporada. Esses devem ser seus argumentos na conversa com o presidente.
Leia mais clicando aqui















