Logo R7.com
RecordPlus
BRASILEIRO 2022

Após confusão na Série B, relembre outras brigas entre técnicos à beira do campo

Duelo entre Fortaleza e Cuiabá teve cenas lamentáveis envolvendo, com Thiago Carpini e Eduardo Barros trocando agressões

Futebol|Do R7

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Confusão entre os técnicos Thiago Carpini e Eduardo Barros durante partida entre Fortaleza e Cuiabá na Série B.
  • O desentendimento resultou em expulsões e continuações de agressões fora de campo.
  • Histórico de brigas entre técnicos em outros jogos, como Sampaoli e Valentim no Campeonato Mineiro.
  • A rivalidade entre times brasileiros frequentemente resulta em tensões e conflitos entre treinadores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Thiago Carpini e Eduardo Barros trocaram agressões em jogo da Série B Vinicius Silva/Fortaleza - Divulgação/Cuiabá

O empate sem gols entre Fortaleza e Cuiabá, na noite de terça-feira (31), pela 2ª rodada da Série B do Brasileirão, no Castelão, acabou em cenas lamentáveis dentro e fora de campo. O duelo era equilibrado e de poucas chances claras, com os times ainda buscando afirmação neste início de competição. No entanto, aos 13 minutos do segundo tempo, pouco antes da cobrança de um tiro de meta para o Leão do Pici, o clima esquentou à beira do campo.

Thiago Carpini, técnico do Fortaleza, se envolveu em uma discussão e chegou a mandar um integrante da comissão do Cuiabá deixar o local. Foi então que Eduardo Barros, treinador do Dourado, interveio de forma mais ríspida, empurrando o colega de profissão, que reagiu na sequência. A confusão rapidamente escalou, e os dois acabaram expulsos pela arbitragem.


Leia mais

Mesmo após deixarem o gramado, o desentendimento continuou nos túneis do Castelão. Imagens mostram os treinadores tentando avançar um contra o outro, aumentando ainda mais a tensão em uma partida que terminou sem gols, mas com clima quente fora das quatro linhas. A treta entre os treinadores, porém, não é um fato isolado, e já ocorreu em outros momentos no nosso futebol. Relembre:

Valentim x Sampaoli

O empate por 1 a 1 entre América-MG e Atlético-MG, pelo Campeonato Mineiro, ainda no início detse ano, ficou marcado por cenas lamentáveis após o apito final. O clima já estava quente na Arena Independência, mas a situação fugiu de controle após Alberto Valentim e Jorge Sampaoli, técnicos de Coelho e Galo, respectivamente, se estranharem na beira de campo.


O clima fechou pois Valentim teria chamado o argentino de “baixinho” no calor da discussão. Indignado, Sampaoli partiu para cima do adversário com dedo em riste e proferindo xingamentos. O técnico do América-MG também não poupou o vocabulário e devolveu as palavras de baixo calão.

Tite x Felipão

A rivalidade entre Corinthians e Palmeiras sempre rende grandes clássicos, mas também confusões, brigas e desentendimentos. Em 2011, na semifinal do Paulistão, Tite e Felipão escreveram mais uma página dessa rivalidade. Após a expulsão de Danilo logo no início da partida, Felipão se revoltou com a arbitragem, acabou expulso e ouviu de Tite a frase que entrou para a história: “Você tá falando muito! Fala muito! Fala muito!”.


Luxa x Felipão

A semifinal da Copa do Brasil de 1995 entre Flamengo e Grêmio colocou frente a frente dois dos técnicos mais emblemáticos do país. Incomodado com a marcação dura do Tricolor gaúcho, Vanderlei Luxemburgo perdeu a paciência após uma entrada violenta de Roger Machado. A confusão se espalhou, e Luxa acusou Felipão de agressão, afirmando ter levado um soco. O técnico gremista negou e disse que apenas o empurrou depois de ser chamado de “maluco”.

Dunga x Pautasso

O Superclássico das Américas de 2014 já estava decidido quando uma confusão começou fora de campo. O Brasil vencia por 2 a 0 quando Dunga passou a ser xingado por Jorge Pautasso, auxiliar de Gerardo Martino, técnico da Argentina. O então comandante da seleção brasileira respondeu com um gesto polêmico, colocando a mão no nariz e gritando “tu é igualzinho”, atitude interpretada como referência ao uso de cocaína. Depois, Dunga tentou amenizar a situação, alegando que o gesto se referia ao ar poluído de Pequim, onde a partida foi disputada.

Aguirre x Carille

A semifinal do Paulistão de 2018 também teve tensão fora das quatro linhas. Após o jogo de ida, Fábio Carille, então técnico do Corinthians, reclamou publicamente da postura de Diego Aguirre, comandante do São Paulo. Segundo Carille, o uruguaio passou por ele sem cumprimentá-lo, o que gerou uma cobrança direta nos bastidores. Aguirre se defendeu dizendo que não reconheceu o rival naquele momento e que pediu desculpas depois. O episódio ficou conhecido como um “incidente diplomático”, mas aumentou ainda mais a rivalidade no clássico.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.