Futebol Ancelotti se diz orgulhoso do interesse do Brasil, mas vai esperar oferta de renovação do Real Madrid

Ancelotti se diz orgulhoso do interesse do Brasil, mas vai esperar oferta de renovação do Real Madrid

CBF tem acordo verbal com técnico italiano para assumir a seleção brasileira em meados de 2024

AFP
  • Futebol | por AFP

CBF quer Ancelotti como técnico da seleção brasileira em 2024

CBF quer Ancelotti como técnico da seleção brasileira em 2024

Jon Nazca/Reuters - 19.8.2023

O técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti, que segundo a CBF assumirá a seleção brasileira no fim da temporada europeia, em meados de 2024, disse em entrevista coletiva neste sábado (25) que vai esperar por uma oferta de renovação com o clube espanhol, mas se negou a falar sobre seu futuro.

"Eu me sinto orgulhoso com uma das maiores seleções do mundo, como o Brasil, interessada em mim. Está tudo claro, e tenho contrato até 30 de junho [com o Real]. Até que nada aconteça, não vou responder sobre meu futuro", declarou Ancelotti.

Questionado se vai esperar até o último momento por uma oferta do Real Madrid para renovar seu contrato, o italiano não hesitou: "Claro que sim".

Ancelotti, que na última pausa para o calendário Fifa perdeu por lesão Vinícius Júnior e Eduardo Camavinga, também criticou o atual calendário do futebol e pediu uma redução no número de jogos para evitar lesões e melhorar o espetáculo.

"É um calendário insustentável, e quem o prepara tem que observar o que aconteceu", declarou o italiano, que no domingo comanda o time merengue contra o Cádiz, pelo Campeonato Espanhol.

"A solução é reduzir o número de jogos. Se a LaLiga, a Uefa e a Fifa não entrarem em acordo, os jogadores não podem fazer nada. Isto não pode ser feito pelos jogadores e treinadores, só a LaLiga, a Uefa e a Fifa podem. No entanto, eles fazem o contrário porque temos mais jogos. Enquanto não ajustarem isso, não haverá solução", acrescentou.

"Tudo será bom se reduzirem o número de jogos. Isso reduziria as lesões e melhoraria a qualidade do espetáculo, porque vi jogos nesta paralisação que terminaram em 8 a 0, 14 a 0. Não sei se isso faz sentido", continuou Ancelotti, para quem "os jogadores e treinadores não teriam problemas com redução de salário se isso ajudasse na saúde" dos atletas.

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