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Em ascensão, Atlético-MG quer impor sua força para derrubar Boca na Libertadores

|Do R7

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Há seis jogos que o Atlético-MG vem somando apenas resultados positivos. Foram cinco vitórias e um empate. Embalando e cada dia mais forte, a equipe mineira aposta justamente nesta ascensão para eliminar o Boca Juniors no confronto desta terça-feira, às 19h15, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, pelas oitavas de final da Copa Libertadores.

Ganhar significava avançar para ambos. Empate sem gols, repetindo o placar de uma semana na Argentina, leva a disputa para pênaltis e os visitantes se garantem com igualdade com o placar movimentado. Se beneficiariam do gol na casa do adversário.

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Mesmo ciente que não pode dar brechas na defesa, o técnico Cuca deve apostar na marcação alta, sob pressão, e no sufoco constante para sair na frente do placar e obrigar os argentinos a se abrirem.

O treinador não contará com os dois laterais titulares, Guga, multado após flagra em balada, e Guilherme Arana, com a seleção olímpica, assim como o atacante chileno Eduardo Vargas, com covid-19. Jair é dúvida. Em contrapartida, terá nomes importantes descansados e prontos para fortalecer o time titular, casos do experiente Réver na defesa e Nacho Fernández e Savarino avançados, municiando e cada dia mais "intocável" Hulk.

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Com força na frente, o treinador aposta abrir o placar logo para ter espaços para contra-atacar, investindo na velocidade do venezuelano e na pontaria afiada do artilheiro Hulk, que já participou de 22 gols do time na temporada, balançando as redes ou dando assistências.

"O Boca é um grande time, com história muito importante no continente e tem de ser respeitado. A gente sabe da responsabilidade, que é um jogo importante", enfatizou Dodô, substituto de Guilherme Arana. "Tenho experiência para controlar os nervos e nossa expectativa é grande para esse jogo, numa competição que virou nosso objetivo no ano".

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Os mineiros confiam na força do Mineirão, que não terá torcida, mas contará com um imenso mosaico para incentivar a equipe. "Libertadores é sempre um clima diferente, mesmo jogando sem torcida. Porém, estamos motivados, trabalhamos forte para trazer a vitória e a classificação ao Atlético-MG", concluiu Dodô.

No Boca Juniors, a expectativa é pela repetição do placar do único confronto entre ambos no Mineirão pela Libertadores. Em 1978, os argentinos fizeram 2 a 1 pela semifinal, partindo para a conquista do título.

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Sem problemas médicos e com todos os testes para covid-19 com resultado negativo, o Boca Juniors deve repetir a escalação do duelo de ida. A postura, porém, será mais defensiva, com cinco homens atrás, tentando segurar os mineiros e apostando nos contragolpes. O time inteiro foi poupado no 1 a 1 com o Unión Santa Fé, no fim de semana.

A ideia, além de se defender, é explorar a velocidade de Pavon e Villa e o faro de gol de Briasco. Os argentinos querem ao menos um gol no Mineirão.

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