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Costa Rica e Nova Zelândia decidem última vaga para a Copa do Mundo do Catar

|Do R7

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Costa Rica e Nova Zelândia se enfrentam nesta terça-feira, às 15h, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo deste ano. A disputa é válida pela repescagem intercontinental e dará ao vencedor a última vaga para o Mundial. O jogo único acontece no estádio Ahmad Bin Ali, em Al Rayyan. A seleção vitoriosa fará parte do Grupo E, considerado um dos grupos mais difíceis da competição, com Alemanha, Espanha e Japão.

A Costa Rica já esteve presente em cinco edições da Copa do Mundo (1990, 2002, 2006, 2014 e 2018) e busca sua sexta participação. A Nova Zelândia já disputou o torneio duas vezes (1982 e 2010) e sonha com uma terceira edição. As duas equipes jamais se enfrentaram em campeonatos oficiais, mas em amistosos o retrospecto é favorável aos costa-riquenhos, que venceram por 4 a 0, em 2007.

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A seleção costa-riquenha aposta na experiência de seu elenco, que teve bom desempenho na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, e alcançou um improvável oitavo lugar no torneio, para superar a equipe neozelandesa. Caso se classifiquem, essa será a terceira participação consecutiva da nação e o provável último ciclo de boa parte dos jogadores.

Ao desembarcar no Catar, o goleiro e principal jogador da seleção, Keylor Navas, destacou a união da equipe e se mostrou otimista em relação à classificação. "Esse grupo é bem unido, temos uma seleção onde todo mundo sabe muito bem seu papel", afirmou o atleta do Paris Saint-Germain. "Eu fui capaz de ajudar minha equipe, mas eu não marquei nenhum gol e, sem gols, você não ganha partidas. Somos todos importantes aqui."

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Após um péssimo primeiro turno nas Eliminatórias da Concacaf, a equipe comandada pelo colombiano Luis Fernando Suárez engatou quatro vitórias consecutivas e igualou a pontuação dos Estados Unidos, terceiro colocado das Eliminatórias da América do Norte, Central e do Caribe. O resultado, no entanto, não foi o suficiente para a classificação - o saldo de gol dos EUA era melhor, o que garantiu a seleção americana a última vaga direta para o torneio.

Já a equipe da Nova Zelândia aposta em uma nova geração para triunfar na repescagem e assegurar sua vaga na Copa do Mundo. Dos 26 convocados, 14 fizeram parte do time sub-23 que esteve nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano passado. Apesar de serem mais velhos, Chris Wood, Winston Reid e Michael Boxall também jogaram a Olimpíada, mas nas três vagas destinadas a atletas de mais de 23 anos. A esperança de gol, inclusive, recai sob Wood, atacante do Newcastle, da Inglaterra, e maior artilheiro da seleção neozelandesa, com 33 gols em 67 jogos.

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O aproveitamento da equipe nas Eliminatórias da Oceania foi perfeito, com o time ganhando cinco partidas e se classificando em primeiro lugar da competição. Apesar do triunfo, a Confederação de Futebol da Oceania não tem direito a uma vaga direta ao Mundial, o que faz com que a primeira colocada do torneio dispute a repescagem para a Copa com a quarta colocado das Eliminatórias da Concacaf.

Em entrevista coletiva, o técnico neozelandês Danny Hay afirmou que o jogo será encarado como uma guerra pelas duas equipes. "Eles são bem fortes, bem físicos. O futebol centro-americano é bem diferente do que nós estamos acostumados", afirmou.

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