Homens são presos acusados de roubar relíquias de Ayrton Senna

Segundo autoridades italianas, Danilo Martucci e Dabide Robba foram presos com macacões, capacetes, luvas e agasalhos, avaliados em R$ 1,8 milhões

Relíquias de Ayrton Senna foram avaliadas em R$ 1,8 milhões

Relíquias de Ayrton Senna foram avaliadas em R$ 1,8 milhões

Getty Images

A polícia da cidade de Asti, no sul da Itália, prendeu nesta quinta-feira (23) dois homens acusados pelo roubo de relíquias ligadas a Ayrton Senna. As peças são avaliadas em cerca de 300 mil euros (R$ 1,8 milhões), que foram parcialmente recuperados.

O crime aconteceu há alguns dias, mas não foi divulgado pelas autoridades locais até que fossem detidos os apontados como responsáveis. Dabide Robba de 32 anos e Danilo Martucci de 31, segundo publicou a imprensa italiana.

Entre os itens roubados estão macacões, capacetes, luvas, agasalhos. O material pertence a um colecionador, que os guardava em um imóvel fechado.

Segundo o chefe da polícia de Asti, os acusados teriam entrado na casa várias vezes e em momentos distintos. Eles foram presos em um carro do lado de fora da residência, junto com parte das relíquias.

Ao vasculhar a casa de um dos detidos, foram encontrados outos objetos ligados a Senna.

"A investigação, no entanto, não terminou, pois é preciso entender se o roubo foi encomendado por alguém, embora pareça ter sido algo ocasional", explicou um comandante da polícia local.

Além disso, as autoridades de Asti fizeram um apelo às pessoas. Se alguém localizar objetos que foram de Senna, entrem em contato para devolver.

Instituto Ayrton Senna

O Instituto Ayrton Senna agradeceu nesta quinta-feira (23) as autoridades por conseguirem recuperar parte da coleção sobre o ídolo brasileiro. Segundo o comunicado, as peças roubadas estão sendo expostas na Itália, e na Europa, há mais de 16 anos “para lembrar o campeão brasileiro e para recolher fundos para a caridade do próprio Instituto”.

Curta a página do R7 Esportes no Facebook

Morte de Senna ainda carrega mistérios mesmo 26 anos depois