Filha de Schumacher comenta acidente do pai pela primeira vez: ‘Cavalos me ajudaram a superar’
Gina Schumacher se dedica ao reining, uma disciplina da equitação western que já lhe garantiu duas medalhas de ouro
Automobilismo|Do R7
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Gina Schumacher, filha do heptacampeão mundial de Fórmula 1 Michael Schumacher, falou pela primeira vez sobre o acidente de esqui que afastou o pai da vida pública.
O acidente, ocorrido em 2013, causou uma grave lesão cerebral no piloto após um traumatismo craniano. Desde então, ele se recupera em casa, na Suíça, sob rígido sigilo mantido pela família.
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Atualmente com 29 anos, Gina relembrou como enfrentou esse período no documentário Horsepower: The World of Gina Schumacher, da emissora alemã ZDF. A produção retrata sua trajetória, incluindo a sua ascensão no reining, uma disciplina da equitação western que já lhe garantiu duas medalhas de ouro em eventos individuais e por equipes.
Segundo ela, o esporte foi fundamental para enfrentar o período após o acidente do pai. A partir de então, decidiu se dedicar integralmente à atividade. “Os cavalos sempre foram importantes, mas desde então passaram a ser tudo. Não poderia viver sem eles. Me ajudaram a superar tudo”, afirmou.
Corinna, a mãe de Gina e esposa de Schumacher, também aparece no documentário. Em um dos trechos, ela revela que o piloto previu o sucesso da filha desde cedo. “Michael me disse uma vez, quando Gina tinha dez anos: ‘Gina será muito melhor do que você [...] “Hoje penso: Ele tinha toda a razão.”
Gina ainda contou como a mãe, hoje uma das criadoras de cavalos Quarto de Milha mais bem-sucedidas, voltou a se envolver com o esporte. “Ela tinha um cavalo e, quando éramos mais jovens, quis recomeçar. Mas procurava um animal que fosse seguro”, explicou.
O acidente de Michael Schumacher, ocorrido em uma estação de esqui em Méribel, completou 12 anos em dezembro do ano passado. Ao longo da carreira, o heptacampeão mundial quebrou inúmeros recordes na Fórmula 1 e foi eleito Melhor Desportista do Ano pelo Prêmio Laureus em 2002 e 2004.
Longe dos holofotes, novas informações ajudam a compreender como vive hoje o ex-piloto. De acordo com pessoas próximas à família, o alemão, de 57 anos, já não precisa permanecer deitado o tempo todo e consegue se sentar em uma cadeira de rodas.
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