FIA faz ajustes em punições para troca de motores na F-1
Punições foram simplificadas para evitar confusões na próxima temporada
Automobilismo|Do R7

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) decidiu fazer ajustes nas punições aplicadas aos pilotos de Fórmula 1 que excedam as trocas de componentes de suas unidades de potência na próxima temporada. Com a decisão, a entidade espera acabar com as confusões que tomaram conta do grid em algumas etapas do campeonato deste ano.
Pelas regras da Fórmula 1, pilotos e equipes têm um limite de componentes do motor que podem usar ao longo do ano, como caixa de câmbio e sistemas de recuperação de energia, por exemplo. Se excederem o número máximo de cada componente, os pilotos perdem posições no grid de largada da corrida correspondente.
Mas, nesta temporada, as falhas em motores foi recorrente, principalmente nas unidades da Honda e da Renault. Como consequência, muitas punições se acumularam no grid em determinadas etapas, o que gerou confusão na hora de definir as posições de cada piloto nas provas.
Para amenizar estas confusões, a FIA decidiu simplificar as punições, que antes poderiam variar de 5 até 30 posições no grid, mesmo que o campeonato conte com apenas 20 colocações na largada. Pela nova definição, qualquer punições de 15 posições ou mais levará o piloto automaticamente para a última posição do grid.
Se mais de um piloto for punido numa etapa, ficará na derradeira colocação aquele que anunciar as trocas no seu motor por último. A alteração aconteceu na reunião do Conselho Mundial da FIA, realizada nesta semana, em Paris.
O dia 27 de maio de 2015 ficará marcado para sempre na história do futebol. Infelizmente, não pelo nascimento de um novo craque. Em uma minuciosa operação orquestrada pelo FBI, a polícia suíça prendeu em Zurique sete dirigentes da Fifa e cinco executiv...
O dia 27 de maio de 2015 ficará marcado para sempre na história do futebol. Infelizmente, não pelo nascimento de um novo craque. Em uma minuciosa operação orquestrada pelo FBI, a polícia suíça prendeu em Zurique sete dirigentes da Fifa e cinco executivos do alto escalão esportivo acusados de extorsão e corrupção nos bastidores do futebol. Entre eles estava o ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), José Maria Marin





































