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BRASILEIRO 2022

Após acidente grave e polêmicas, Fórmula 1 estuda nova mudança de regulamento; entenda

Representantes das 11 equipes se reuniram com a FIA para novas reuniões em busca de solucionar críticas

Automobilismo|Carol Malheiro*, do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Fórmula 1 enfrenta polêmicas em 2026 devido a mudanças bruscas no regulamento e carros mal recebidos pelos pilotos.
  • Max Verstappen expressou descontentamento com a nova forma de pilotagem, considerando-a "anti-pilotagem".
  • Um acidente grave envolvendo Oliver Bearman enfatizou as preocupações sobre a segurança e as dinâmicas de gestão de energia dos novos carros.
  • A FIA realizará reuniões com representantes das 11 equipes para discutir possíveis alterações no regulamento e melhorar a situação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fórmula 1 pode ter novas mudanças no regulamento após incidentes Reprodução/Instagram/@f1 - 05.04.2026

A Fórmula 1 coleciona muitas polêmicas em 2026, com apenas três corridas disputadas até aqui. E grande parte delas é fruto da mudança de regulamento mais brusca do esporte nas últimas décadas. Os novos carros desagradaram os pilotos logo de cara, sobretudo pelas semelhanças com os modelos usados na Fórmula E e a dificuldade em pilotá-los.

O tetracampeão mundial Max Verstappen chegou a ameaçar uma aposentadoria precoce pelo descontentamento com a atual forma de pilotagem. O piloto tem contrato com a Red Bull até 2028.


“Não parece natural para um piloto de corrida estar em P7 ou P8 e não estar gostando de toda a fórmula por trás disso. Claro que eu tento me adaptar, mas não é legal correr desse jeito. É ‘anti-pilotagem’. Aí chega a um ponto que simplesmente não é o que eu quero fazer”, afirmou em coletiva pós-GP do Japão.

Preocupação com a segurança dos pilotos

O grave acidente sofrido por Oliver Bearman, da Haas, durante o GP do Japão, assustou os fãs de Fórmula 1, mas já era uma preocupação dos pilotos antes de acontecer. As mudanças técnicas bruscas para essa temporada criaram um alerta sobre situações imprevisíveis que podem ser geradas pelos novos carros por conta da dinâmica de gestão de energia.


Na ocasião, o britânico ia bater no argentino Franco Colapinto, que perdia velocidade enquanto recarregava a bateria, mas tirou o carro da trajetória. A 262 km/h, o piloto da Haas atingiu a barreira de proteção e saiu com uma contusão no joelho.

A Aston Martin já tinha sinalizado uma preocupação com a saúde de Fernando Alonso e Lance Stroll. Às vésperas da estreia no GP da Austrália, o antigo chefe da equipe, Adrian Newey, afirmou que, as incoerências nas vibrações da nova unidade de potência do motor poderiam provocar danos nos nervos das mãos dos pilotos.


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FIA admite necessidade de mudanças

Em meio à paralisação de mais de um mês da F1 devido ao cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita por conta do conflito no Oriente Médio, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) fará novas reuniões para discutir o regulamento de 2026.

Na última quinta-feira (9), representantes técnicos de todas as 11 equipes da categoria se reuniram pela primeira vez para discutir possíveis mudanças. Essa foi a primeira de uma série de encontros para encontrar soluções para as regras que têm incomodado os pilotos.


“A FIA realizou hoje a primeira de uma série de reuniões para discutir possíveis alterações no regulamento da Fórmula 1 para 2026. O encontro entre a FIA e especialistas técnicos das equipes e fabricantes de unidades de potência abordou uma ampla gama de tópicos, como parte da evolução natural do regulamento técnico e esportivo da F1 para 2026″, informou a federação em comunicado.

Os próximos encontros serão realizados nos dias 15, 16 e 20 de abril.

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*Sob supervisão de Camila Juliotti

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