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Ao lado de Pelé em SP, Phelps não descarta competir no Rio-2016

|Do R7

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O recordista absoluto de medalhas olímpicas na natação, o americano Michael Phelps, aposentado desde os Jogos de Londres-2012, declarou nesta quarta-feira em São Paulo que não descarta um retorno às competições para os Jogos Olímpicos do Rio.

"Minha ideia é voltar a recuperar a forma. Engordei um pouco e preciso fazer exercícios. Não sei o que vai acontecer daqui a três anos, nem sei o que vai acontecer amanhã", declarou o atleta de 28 anos durante um evento publicitário do qual participou ao lado de Pelé.

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Seu possível retorno para os Jogos Olímpicos do Rio é "a pergunta de um milhão de dólares", brincou o americano.

Phelps alimentou rumores sobre sua volta às competições em novembro, quando se inscreveu novamente no programa antidoping dos Estados Unidos.

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Ele lembrou que continua treinando regularmente no Clube Aquático de Baltimore. "Vou para lá, ajudo os nadadores, comento algumas coisas, e também aproveito para treinar", explicou.

"Como já disse cem vezes, estou disposto sim a volta, seria possível, mas não estou dizendo que vai acontecer", completou.

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Nesse encontro entre duas lendas do esporte o futebol não ficou de fora. Pelé arriscou palpites sobre a Copa do Mundo.

"Não sei se gostaria de ver uma final entre Brasil e Espanha. Quero ver o Brasil na final, não importa com que equipe. E, se for possível, quero que seja campeão", declarou o Rei.

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Pelé ainda disse que o Brasil não "tem nada a temer" e que Neymar tem tudo para ser o grande protagonista deste Mundial.

"Esperamos que ele possa desempenhar um grande papel na seleção brasileira, graças à experiência que está ganhando na Europa", analisou.

Nesta sexta-feira, Pelé, com 73 anos, estará presente no sorteio dos grupos da Copa, na Costa do Sauípe, na Bahia, mas não fará parte dos ex-craques que sortearão as bolinhas.

"Não me sinto muito à vontade pegando as bolinhas, porque não quero escolher algo que não seja favorável ao Brasil. Pedi para não ter nada a ver com isso", brincou.

A definição das chaves será conduzida por Jerôme Valcke, secretário-geral da Fifa, que será auxiliado por oito ex-craques do futebol mundial, que representam os oito países que já conquistaram a Copa do Mundo pelo menos uma vez.

São eles Cafu (Brasil), Hierro (Espanha), Zidane (França), Cannavaro (Itália), Matthaüs (Alemanha), Ghiggia (Uruguai), Hurst (Inglaterra) e Kempes (Argentina).

Pelé também comentou a possibilidade de manifestações serem realizadas durante o Mundial, como aconteceu em junho durante a Copa das Confederações.

"Espero que o povo entenda que isso é muito importante para o nosso país. Podemos continuar fazendo protestos, mas que isso não prejudique a Copa do Mundo", completou o eterno camisa 10, campeão mundial em 1958, 1962 e 1970 e eleito maior atleta do século XX pelo COI.

nr/lbc/lg/dm

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