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Equipe Mitsubishi Petrobras abre vantagem na categoria Protótipos T1 do Rally dos Sertões

Depois de quatro dias de provas, pilotos se preparam para o começo da maratona 

Rally dos Sertões|Do R7

Nesta quarta-feira (5), pilotos do Rally dos Sertões entraram pela primeira vez no Estado do Mato Grosso do Sul
Nesta quarta-feira (5), pilotos do Rally dos Sertões entraram pela primeira vez no Estado do Mato Grosso do Sul Nesta quarta-feira (5), pilotos do Rally dos Sertões entraram pela primeira vez no Estado do Mato Grosso do Sul

Foram 426 km e o Rally dos Sertões entrou, pela primeira vez, no Estado do Mato Grosso do Sul. A Equipe Mitsubishi Petrobras enfrentou o desafio de 240 km do trecho cronometrado, passando por estradas de piçarra e cascalho, com muitos mata-burros, lombas e lombadas, em um forte calor do centro-oeste brasileiro.

Com a L200 Triton SR, João Franciosi e Rafael Capoani abriram ainda mais vantagem na liderança da categoria Protótipos T1. Eles lideram a prova desde o primeiro dia de rali. "Desde o início, nosso objetivo é a liderança da categoria Protótipos T1, a principal dos carros brasileiros. Procuramos andar sempre um pouco abaixo do limite do carro, para preservar o equipamento até o fim da prova. Estou me policiando sempre para isso", destacou Franciosi, que é bicampeão da categoria e vai em busca do terceiro título. "Para manter-se bem na competição, não podemos perder a concentração na tocada, é isso que estamos buscando a cada dia. Hoje viemos muito tranquilos durante toda a prova, e é essa nossa missão", afirmou.

A prova desta quarta (5) atravessou uma região canavieira e seguiu por estradas de fazenda com pequenos trechos de trial e regiões de reflorestamento com piso arenoso.

"É a primeira vez que entramos no Mato Grosso do Sul. Foi uma especial bem gostosa de andar, mas com bastante lomba, o que tem sido predominante nessa edição do rali. Passamos por trechos de alta, mas os últimos 70 quilômetros foram de ‘moer’. A especial abusou, foi forte, muita lomba, jogava o carro muito pra cima. Viemos administrando para não judiar da L200 Triton SR e nem da gente com as pancadas", explicou Capoani.

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Guilherme Spinelli e Youssef Haddad, a bordo do ASX Racing, seguem firmes na vice-liderança da classificação geral da prova. "Esse foi o dia mais prazeroso até aqui. A especial foi bem variada, com trechos sinuosos e até areia. Foram saltos e mais saltos. Ainda estamos buscando solucionar a limitação dos amortecedores para essa condição, o que está nos impedindo de sermos mais rápidos. Chegamos à metade, agora é nos concentrarmos para a reta final", destacou Guiga. "Foi uma baita especial, um dia bem misto, bem legal. Viemos andando no limite que conseguimos", explicou Youssef.

Maratona

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Na próxima quinta-feira (6) marca o início da etapa maratona. No fim do dia, as equipes de apoio não podem prestar assistência aos veículos, que ficam recolhidos em um parque fechado. Somente na manhã seguinte, 30 minutos antes da largada, piloto e navegador poderão fazer algum reparo ou manutenção que seja necessário.

"A maratona é sempre uma incógnita. Mas é o dia que mais cuido do carro. O trabalho de hoje a noite da equipe é essencial", ressaltou Franciosi. "Temos que fazer uma boa especial para preservar a integridade do carro. Fazer uma corrida confiante, com entrosamento e tenho que fazer uma navegação o mais precisa possível, para o Franciosi tomar as melhores decisões na pilotagem", explicou Capoani.

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"Temos que encarar com uma especial mais longa, de 500 quilômetros. Hoje a equipe vai trabalhar pesado na manutenção do carro. Mas, de resistência, o ASX Racing vem se mostrando formidável, não precisamos parar em momento nenhum da especial. Vamos aproveitar esses dois dias para buscar um melhor resultado", destacou Youssef Haddad.

Nesta quinta-feira, a Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta uma especial de 291 km, saindo do Estado de Mato Grosso do Sul e entrando em São Paulo. O trecho terá muitas lombas e lombadas, seguindo por estradas estreitas com longas retas. O piso predominante continua sendo de piçarra com pequenos trechos de areia. Nos últimos 40 quilômetros, a prova fica sinuosa e rápida e segue em um piso arenoso até o final da especial.

"Iremos entrar no estado de São Paulo em etapa maratona. Não deve mudar muito as características, predominando estradas de fazenda com plantio de grãos. Mas as curvas de nível serão menores, ou seja, menos impacto para nós e para o carro", explicou Rafael Capoani.

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