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Quarterbacks do Draft de 2024 tentarão repetir feito da Classe de 1983

Depois de mais de 40 anos, seis passadores voltaram a ser escolhidos na primeira rodada — todos eles entrem as 12 primeiras picks

Jarda por Jarda|Lucas FerreiraOpens in new window

Caleb Williams (à esq.) foi o primeiro QB a ser selecionado em 2024, assim como John Elway (à dir.), em 1983 (Ben Liebenberg/NFL via Instagram/Chicago Bears; Reprodução Site/NFL/NFL Photos; Montagem/R7)

O tão falado grupo de quarterbacks do Draft da NFL deste ano se mostrou presente nesta última quinta-feira (25). Seis passadores foram selecionados entre as 12 primeiras picks do evento, repetindo o feito único da Classe de 1983.

Quarenta e um anos atrás, seis quarterbacks também foram escolhidos na primeira rodada do Draft: John Elway, Todd Blackledge, Jim Kelly, Tony Eason, Ken O’Brien e Dan Marino. Dentre os citados, três entraram para o Hall da Fama do futebol americano, sendo Elway o maior vencedor da classe, conquistando dois Super Bowls.

Apesar de nunca ter colocado o anel de campeão da NFL, Marino é reconhecido como um dos maiores quarterbacks da história do esporte. Kelly, por sua vez, chegou quatro vezes seguidas ao Super Bowl, embora não tenha vencido.

Este grupo histórico de quarterbacks selecionados no Draft de 1983 inspirou o documentário Elway to Marino (De Elway a Marino, em tradução livre), que conta justamente a história por trás destas escolhas.

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Voltando para o presente, cabe aos agora calouros Caleb Williams, Jayden Daniels, Drake Maye, Michael Penix Jr., J.J. McCarthy e Bo Nix atingir um feito que parece difícil de ser repetido.

Williams, sem dúvidas, é o quarterback mais talentoso desta geração. O ex-aluno da USC (University of Southern California), desde que chegou ao College Football, já era almejado pelos times da NFL. Sua capacidade de estender jogadas e a força no braço direito são comparadas às habilidades do quarterback do Kansas City Chiefs Patrick Mahomes — principal jogador da liga na atualidade.

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Daniels e Maye, na minha opinião, estão na mesma prateleira. Ambos chegam para assumir a titularidade de suas equipes — Washington Commanders e New England Patriots, respectivamente — e possuem um teto alto de evolução. Não levam o talento geracional de Williams, mas devem ser extremamente competitivos ao longo de suas passagens na NFL.

Quando o assunto chega a Penix Jr., McCarthy e Nix, é difícil colocar a mão no fogo. Estes três estão um nível abaixo no quesito talento e chegam menos prontos à liga. Alerta vermelho, em especial, para a saúde de Penix Jr., que sofreu diferentes lesões nos primeiros anos de Indiana — o que não se repetiu ao se transferir para Washington, é verdade.

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Apenas o tempo — que a Deus pertence e é o senhor da razão — pode dizer o real potencial dessa classe. Em 2044, poderemos estar falando de um documentário chamado Williams to Nix... quem sabe.


Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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