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Brasil vence EUA, quebra jejum e assume liderança da VNL

Brasil joga bem diante de um Maracanãzinho eufórico, e volta a vencer Estados Unidos após cinco anos

Olimpíada Todo Dia

Olimpíada Todo Dia|Do R7

Que atuação! Jogando muito bem diante de Maracanãzinho lotado, o Brasil derrotou os Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/22, 25/16, 18/25 e 25/19), na noite desta sexta-feira (17), chegou à terceira vitória seguida e assumiu a liderança isolada da VNL. Foi o primeiro triunfo da seleção brasileira diante das norte-americanas após cinco anos, quebrando um jejum de sete jogos.

Embalado pelos dois primeiros jogos na competição, mas sem se empolgar depois de um retrospecto negativo diante dos Estados Unidos, o Brasil chegou para o duelo desta sexta-feira com um misto de incertezas. Mas tudo isso foi deixado de lado em quadra. Diante de uma atmosfera arrepiante no Maracanãzinho, as jogadoras brasileiras entraram com muita garra e dominaram as norte-americanas.

O jogo

O Brasil começou o jogo com: Gabi, Diana, Roberta, Ana Cristina, Júlia Kudiess, Rosamaria e Nyeme (L). Macris e Kisy entraram na inversão do 5x1 na reta final do segundo set e voltaram à quadra no início da terceira parcial. Pri Daroit também entrou em ação na reta final do terceiro set, enquanto Carol jogou na quarta parcial.

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Júlia Kudiess em ação em Brasil e Estados Unidos pela Liga das Nações de vôlei femininno

Gabi foi a maior pontuadora da partida, com 22 pontos. Foram 19 de ataque, um de bloqueio e dois de saque. Ana Cristina, grande destaque dos dois primeiros jogos, também foi bem acionada e anotou 13 pontos. Júlia Kudiess marcou nove pontos, Rosamaria fez oito e Diana anotou sete. Pelo lado estadunidense, Larson fez 16 pontos, enquanto Skinner e Frantti anotaram nove cada.

Com o resultado diante dos EUA, o Brasil chega a três vitórias em três jogos. Com nove pontos somados, a equipe aparece na liderança isolada da VNL. Os EUA, por outro lado, chegaram à segunda derrota em três jogos. Encerrando a primeira semana, a seleção comandada por José Roberto Guimarães voltará a jogar no domingo (19), às 10h, contra a Sérvia.

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Começo arrasador

Os Estados Unidos marcaram os dois primeiros pontos do jogo, mas logo o Brasil passou a frente após ótima passagem de Gabi no saque, que contribuiu com cinco pontos seguidos. A torcida também fez a diferença e manteve as jogadoras com a intensidade alta. Quando o Brasil chegou a 12/6, os EUA já haviam pedido seus dois tempos técnicos - que de pouco adiantaram.

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O Brasil seguiu bem no saque e Gabi e Ana Cristina foram muito acionadas nas viradas de bola, assim como Rosamaria. O Brasil chegou 20/16, os EUA cortaram a diferença para dois pontos e Zé Roberto parou o jogo. No retorno, a seleção brasileira voltou a abrir e teve cinco set points. Depois de desperdiçar três deles, Ana Cristina chamou a responsabilidade e fechou o set em 25/22.

Mantendo o mesmo ímpeto, o Brasil voltou bem para a segunda parcial, com bons saques e eficiência nas viradas de bola. Os Estados Unidos, entretanto, mantiveram-se perto do placar durante o começo do set. Foi somente a partir do décimo ponto que o Brasil desgarrou do placar, com ótimos saques de Júlia Kudiess. A partir daí, a equipe verde-amarela passou a ser dominante e abriu até fechar em 25/16.

Reação estadunidense, mas vitória brasileira

A seleção estadunidense voltou melhor para o terceiro set. A equipe melhorou sua defesa e, em contrapartida, viu o Brasil diminuir seu ritmo. O resultado foi um 11/5 de vantagem para as ianques. Zé Roberto, então, promoveu a inversão do 5x1 e colocou Macris em quadra. A levantadora passou a acionar Gabi, que chamou a responsabilidade e fez a diferença.

O Brasil chegou ao empate em 13/13, mas a reação parou por aí. Com uma rede forte, os Estados Unidos voltaram a ter o controle sobre o set e rapidamente abriram três pontos de frente. Gabi passou a ser bem marcada e parou no bloqueio estadunidense. Zé desfez a inversão do 5x1, mas ainda assim as ianques mantiveram-se em vantagem e conseguiram a vitória na parcial por 25/18.

O quarto set teve tônica de muito equilíbrio. Uma equipe abria, a outra empatava. Quando os Estados Unidos venciam por 14/13, Carol entrou no jogo, substituindo Diana. A partir daí, o Brasil marcou três pontos seguidos e tomou a dianteira e chegou a 16/14. O bloqueio brasileiro cresceu com Carol na rede e a vantagem brasileira aumentou para cinco pontos. No fim, um erro de ataque do time norte-americano decretou a vitória do time verde-amarelo por 25/19.

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