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Leandro Castán diz que time de 2012 foi o melhor em que jogou

Zagueiro foi titular em praticamente toda a campanha do Corinthians no título inédito da Libertadores, há dez anos

Futebol|Do Live Futebol BR

Zagueiro Leandro Castán comemora gol pelo Corinthians
Zagueiro Leandro Castán comemora gol pelo Corinthians Zagueiro Leandro Castán comemora gol pelo Corinthians

Neste 4 de julho (segunda-feira), o Corinthians comemora os dez anos da conquista inédita e invicta da Copa Libertadores de 2012. Em uma final contra o tradicional Boca Juniors (Argentina), o Timão empatou na Bombonera (1 a 1) e venceu no Pacaembu pelo placar de 2 a 0.

Em entrevista à reportagem do R7, o zagueiro Leandro Castán, que recentemente deixou o Guarani e que foi titular em praticamente toda a campanha vitoriosa do Corinthians, afirmou que a equipe de 2012 foi a melhor em que já atuou na carreira.

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“Acredito que não tenha jogado com os melhores jogadores, mas com certeza com o melhor time. A mentalidade que aquele time tinha era muito grande. Eu lembro que a gente entrava em campo e sabia que ia vencer os jogos. A gente sabia que não ia tomar gol. Então foi uma coisa surreal mesmo. Esse time de 2012 com certeza foi único na minha vida”, revelou o zagueiro de 35 anos.

Leandro Castán disse que, desde quando foi contratado pelo Corinthians, havia a pressão por ganhar uma Libertadores, já que os rivais já haviam conquistado o título.

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“Eu, quando cheguei em 2010, sentia a pressão que era quando se falava em Libertadores dentro do clube e, graças a Deus, pude ajudar a conquistar esse primeiro título. Então, para mim é realmente difícil falar isso, mas quando eu saio na rua eu sinto a importância e a noção do que isso representa na história do clube.”

“Ficou marcado na história do corintiano e ficou marcado na história de todos que viram esse momento. Foi realmente um momento mágico”, lembrou o zagueiro.

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Vasco e Santos ficam pelo caminho

Leandro Castán conta que a equipe sentiu que seria campeã depois de eliminar o Vasco nas quartas de final e o Santos na semi.

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“Acredito que quando a gente ganha do Vasco e depois passa pelo Santos, dois adversários brasileiros, acho que foram jogos da confirmação. Do Vasco, por tudo aquilo que envolveu o lance com o Diego Souza. Um time que já vinha brigando com a gente pelo título do Brasileiro um ano antes. E o Santos por aquele timaço que tinha, individualmente muito forte com: Neymar, Ganso, Alan Kardec e Borges. Acho que foi o jogo mais difícil na minha opinião, até pelo fato de eu ser zagueiro e ter que marcar esses caras. Na final, o Boca já não assusta tanto. Era mais uma questão da mística na Bombonera. Depois que passamos por aquele timaço do Santos, ficamos muito fortes para o título.”

O ex-zagueiro do Timão reiterou que o Santos foi o adversário mais difícil na campanha do título. “O Santos, do Neymar, foram os dois jogos mais difíceis. Ter vencido na Vila Belmiro foi fundamental. A gente já os havia enfrentado nas finais do Campeonato Paulista em 2011, e tínhamos perdido para eles. Então, sabíamos da dificuldade daquelas partidas, mas graças a Deus passamos por aquele Santos muito forte.”

Bastidor do jogo na Bombonera

Sobre os bastidores daquela Libertadores, Leandro Castán lembrou de um momento de muita tensão, que ocorreu antes do primeiro jogo da final, diante do Boca Juniors, na Bombonera.

“Teve um momento tenso que eu lembro. Foi quando a gente soube da informação que o Willian, que foi praticamente titular em quase todos os jogos, não iria nem ficar no banco e o Romarinho seria colocado como reserva. Todo mundo gostava muito do Willian. Ele estava com a gente desde 2011, e o Romarinho tinha acabado de chegar. Então foi aquela tensão, que eu lembro que a gente até combinou de falar com o Tite, para deixar o Willian pelo menos no banco, mas eu lembro que foi o Fábio Santos que disse: ‘Deixa o professor fazer o trabalho dele. Ele sabe o que está fazendo’."

"E foi isso, a gente não falou nada para o Tite, ficamos quietos. O Tite foi e colocou o Romarinho no jogo e ele faz um dos gols, que, se não foi o mais importante, é um dos mais importantes da história do clube e é um jogo que deixa a gente muito vivo para o jogo da volta. Então teve essa tensão na Argentina e, depois de tanto tempo, a gente vê que foi muito legal”, completou.

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