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Cosme Rimoli Copa 2018
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Um  Brasil maior e mais forte para a Copa do Catar

A Copa da Rússia mostrou a Tite. O time de baixinhos habilidosos e rápidos foi superado por seleções altas, fortes, talentosas e velozes

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

Dividas entre belgas e brasileiros. Parecia homens contra meninos
Dividas entre belgas e brasileiros. Parecia homens contra meninos Dividas entre belgas e brasileiros. Parecia homens contra meninos

Moscou, Rússia

A cúpula da CBF, via secretário-geral Walter Feldman, tem a certeza de que Tite aceitará o convite já feito. E seguirá como treinador da Seleção até a Copa de 2022. Com quatro anos para implantar o ciclo que tanto lamentou não ter para o Mundial da Rússia.

E a Copa América de 2019 será o passo para uma revolução no time brasileiro. Nos conceitos táticos e técnicos de Tite, o item que mais sofrerá reformulação é o físico.

A derrota para a Bélgica trouxe uma lição que o preparador e parceiro de total confiança de Tite, Fábio Mahseredjian não deixou escapar. O Brasil precisa ter equipe mais forte, mais alta para a Copa do Catar. É possível ter atletas técnicos, velozes, mas capazes, prontos para suportar trancos, dar arrancadas da intermediária brasileira até a área adversária com mais de 1m80. 

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Lukaku (1m91), De Bruyne (1m81), Witsel (1m86), Fellaini(1m91) foram exemplos claros que, do meio de campo para a frente é possível ter verdadeiros atletas e jogadores com condições técnicas de driblar, organizar contragolpes em velocidade, cabecear e ainda marcar forte o adversário. 

Acabar com o conceito que os jogadores altos e com explosão muscular precisam atuar do meio para trás. Para sustentar o surrpreendente esquema tático ofensivo belga existia a força física para marcar sob pressão o Brasi. Os belgas não apenas cercavam, encurralavam os brasileiros, ganhando na força a maioria das divididas.

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O time tinha 10 centímetros a mais que o brasileiro. A diferença se sobressaía não só nas cabeçadas, mas na hora de esticar a perna para dividir uma bola, na explosão muscular na hora de correr. Um passo de Fellaini, por exemplo, era quase que dois de Willian, Fagner. 

Tite apostou nos baixinhos Willian e Coutinho. Fracassou
Tite apostou nos baixinhos Willian e Coutinho. Fracassou Tite apostou nos baixinhos Willian e Coutinho. Fracassou

Neymar parecia um peso pena diante de ágeis meio pesados, usando o boxe como comparação.

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Não que o Brasil de 2022 precise ser formado por um exército de brucutus, de decaatletas, nada disso. Mas o futebol moderno de alta competição exige agora mais jogadores fortes e altos do meio para a frente e não só volantes e zagueiros. Meias e atacante, além de técnicos, velozes, precisam de altura e explosão muscular. Isso acontece com a Seleção Inglesa, com 1m83 de média de altura. A Croácia, chega a 1m84. E a França, tem 1m83. O time titular eliminado da Copa tinha 1m76. 

Esse dado é importantíssimo.

E servirá de base para a reformulação da Seleção.

Mahseredjian sabe o que viu e estará no relatório final entregue a Tite da desventura na Rússa, de maneira formal. Mas o treinador já foi alertado por ele.

Não que Neymar, Willian, Gabriel Jesus, Douglas Costa, Phillipe Coutinho serão deixados de lado, muito pelo contrário. Mas ao lado deles, haverá jogadores mais altos, mais fortes, tão velozes e técnicos. 

Bélgica, 1m86, média de altura. Grandes, atléticos e habilidosos
Bélgica, 1m86, média de altura. Grandes, atléticos e habilidosos Bélgica, 1m86, média de altura. Grandes, atléticos e habilidosos

Esta é uma das principais lições da Copa da Rússia.

Bélgica, França, Inglaterra e Croácia são exemplos;

Além de talento, seus times esbanjam força física...

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