Olimpíadas Ouro na Rio 2016, velejadoras querem mais em Tóquio 2020

Ouro na Rio 2016, velejadoras querem mais em Tóquio 2020

Martine Grael e Kahena Kunze olham com carinho para conquista, mas tentam não ser saudosistas perto da próxima Olimpíada

Kahena e Martine eram rivais e se conheceram ainda na adolescência

Kahena e Martine eram rivais e se conheceram ainda na adolescência

Arte/R7

Melhor do conquistar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, em casa, diante da sua torcida, de familiares e amigos, só mesmo conquistar o bicampeonato. Martine Grael e Kahena Kunze olham com carinho para a vitória na Rio 2016, mas fazem questão de não serem saudosistas e se manterem motivadas perto de Tóquio 2020.

Hoje com 30 anos, as duas se conheceram ainda na adolescência. Se antes eram rivais na classe Optimist, viraram uma dupla vencedora na 49erFX a partir de 2009 — Martine chegou a competir um breve período com Isabel Swan, em 2012, mas logo voltou para a parceria com a amiga de longa data — e agora partem para a segunda experiência em Olimpíadas.

“Olho para a medalha, sim, mas muito de vez em quando. Só para ver se ela ainda está lá”, brincou a timoneira Martine. “Acho que é mais o foco nessa campanha e não ficar saudosista olhando para trás. Para mim, é completamente diferente a campanha que passou e esse ciclo olímpico. Tento viver mais no presente do que ficar olhando para o passado.”

A proeira Kahena também relembrou com imenso orgulho da conquista de cinco anos atrás e prefere focar nas condições de vela que as aguardam na Baía de Enoshima, em Tóquio 2020.

Martine e Kahena conquistaram ouro na Rio 2016 diante da torcida

Martine e Kahena conquistaram ouro na Rio 2016 diante da torcida

Sebastião Moreira/EFE - 18/08/2016

“Óbvio que a gente está lutando pela medalha, mas a gente depende de condições fora nós mesmas, como meteorologia e outras coisas. A gente carrega o peso da medalha, mas, olhando para Tóquio, a gente espera algo novo, algo que ainda tem que vivenciar”, completou Kahena.

As velejadoras estão fazendo a preparação em Santander, na costa norte da Espanha. Na última competição, em Cascais, em Portugal, elas terminam na terceira colocação, o que serviu para ter uma ideia das demais duplas que também estarão nos Jogos Olímpicos.

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