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Olimpíadas Membro do COI admite problemas para organizar Olimpíada

Membro do COI admite problemas para organizar Olimpíada

Presidente do Comitê Olímpico Australiano, John Coates disse ter dificuldades para deixar tudo em ordem para que a competição seja realizada em 2021

Agência Estado - Esportes
John  Coates disse não ser possível adiar mais a competição esportiva

John Coates disse não ser possível adiar mais a competição esportiva

Glenn Hunt/EFE/EPA

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, que foram adiados EFE/EPA/ para 2021 por conta da pandemia do novo coronavírus, está passando por problemas para deixar tudo em ordem para que a competição seja realizada. Quem admitiu isso foi John Coates, presidente do Comitê Olímpico Australiano (AOC, na sigla em inglês) e membro do Comitê Olímpico Internacional (COI).

"Enfrentamos problemas reais, temos muita gente envolvida: 11.000 atletas de 206 países, 5.000 técnicos e oficiais, 20.000 jornalistas, 4.000 pessoas envolvidas na organização e 60.000 voluntários", afirmou Coates, nesta sexta-feira, em uma conferência.

Coates, que já ocupou o cargo de vice-presidente do COI, fez questão de ressaltar que não há a possibilidade de adiar a competição para depois do verão, no hemisfério norte, de 2021. "Não podemos adiar mais a competição e devemos partir do princípio de que não haverá uma vacina contra o novo coronavírus. Ou caso exista, não estará disponível para todos", disse o dirigente, que preside ao Comitê de Coordenação do COI para os Jogos de Tóquio-2020.

A opinião de Coates bate com a do alemão Thomas Bach, presidente do COI, que admitiu nesta semana que os Jogos Olímpicos podem ser cancelados caso a pandemia da covid-19 não seja controlada até o meio do ano que vem - o evento está marcado para acontecer de 23 de julho a 8 de agosto. A ideia dos dirigentes é realizar em outubro encontros para definir políticas sanitárias para a Olimpíada.

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Já o diretor executivo do Comitê Organizador Local, Toshiro Muro, afirmou que nem este órgão, nem mesmo o governo japonês, disseram em algum momento que 2021 era a "última opção" para que se realizassem os Jogos.

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