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Thiago Braz não atinge índice e está fora dos Jogos de Paris-2024

Campeão olímpico na Rio-2016 no salto com vara, o atleta de 30 anos não alcançou a marca necessária para se classificar ao evento multiesportivo...

Olimpíada Todo Dia

Olimpíada Todo Dia|Do R7


Após liminar concedida pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), Thiago Braz teve a última oportunidade de conseguir o índice para os Jogos Olímpicos de Paris-2024 no salto com vara, voltando a competir depois da suspensão por doping no mês de maio. Durante a disputa do Troféu Brasil de atletismo, em São Paulo, ele não superou a marca de 5,82m e deu como encerrado a chance de representar o Brasil pela terceira vez em uma Olimpíada.

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Sem poder competir por medalha na competição, pois não estava representando nenhuma equipe no Troféu Brasil, Thiago iniciou seus saltos alcançando a marca de 5,40m. Depois, ele superou de primeira a altura de 5,55m, seguindo para o 5,65m. Após duas falhas, o paulista conseguiu acertar na terceira oportunidade e se encaminhou para as tentativas do índice olímpico. Com três erros consecutivos, Braz fechou sua participação sem a classificação para os Jogos de Paris-2024.

Entenda o caso da suspensão por doping de Thiago Braz

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No dia 28 de maio deste ano, a União de Integridade do Atletismo (AIU) anunciou a suspensão de Thiago Braz por 16 meses por conta do uso de ostarina, substância proibida que tem ação anabolizante. A punição é válida desde julho de 2023 e, por isso, ele só estaria apto a competir em novembro de 2024, ou seja, estaria fora de Paris-2024.

O atleta alegou que ingeriu a substância a partir de suplementos contaminados. Na época, a AIU chegou a pedir uma pena que poderia chegar a quatro anos por considerar que a ação do brasileiro foi “imprudente”, já que ele estava ciente do risco de ingerir suplementos manipulados das farmácias brasileiras.

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No entanto, o Tribunal Disciplinar da entidade entendeu que ele não desconsiderou manifestamente o risco porque contou com sua equipe médica para aconselhamento. Assim, a maioria do painel determinou que ele não estava em “Falha Negligência Significativa” e sua punição pôde ser reduzida em mais da metade do indicado inicialmente.

Braz argumentou que não usou a ostarina de forma consciente, pois recebeu os suplementos – contendo a substância proibida – pelo seu nutricionista esportivo. O atleta alegou ainda que o profissional havia lhe garantido que havia segurança com os alimentos e que nenhum dos suplementos continham substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidopagem (Wada).

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