Livre Surf Veja tudo que rou até o momento no US Open of Surfing 

Veja tudo que rou até o momento no US Open of Surfing 

Oito de nossos brasileiros permanecem na disputa em busca do título da etapa e dos pontos no US Open of Surfing. Veja tudo que rou até o momento no US Open of Surfing O segundo dia começou com as seis baterias restantes da primeira fase masculina, com dois brasileiros estreando com vitórias no primeiro WSL …

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Oito de nossos brasileiros permanecem na disputa em busca do título da etapa e dos pontos no US Open of Surfing.

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willian Cardoso

Veja tudo que rou até o momento no US Open of Surfing

O segundo dia começou com as seis baterias restantes da primeira fase masculina, com dois brasileiros estreando com vitórias no primeiro WSL Challenger Series de 2021, Willian Cardoso e Edgard Groggia.

Ainda teve João Chianca e o peruano Alonso Correa passando em segundo lugar, assim como a peruana Daniella Rosas e a equatoriana Dominic Barona, na competição feminina iniciada na terça-feira. A primeira fase das mulheres prossegue na quarta-feira, a partir das 8h00 na Califórnia, 12h00 no Brasil, ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

O segundo dia do US Open of Surfing começou como o primeiro, com um brasileiro sendo eliminado. Dessa vez, pelo menos teve um sul-americano se classificando.

O peruano Alonso Correa conseguiu uma nota 8,00, com batidas e rasgadas e até um aéreo, numa boa onda que achou em mais um dia de mar difícil e muito pequeno em Huntington Beach.

No final, o australiano Jordan Lawler somou notas 6,83 e 5,83 para vencer por 12,66 pontos. O peruano passou em segundo com 12,10, eliminando o brasileiro Weslley Dantas com 11,03 e o big-rider havaiano, Billy Kemper, com 10,10 pontos.

Já as duas baterias seguintes foram vencidas pelo Brasil. A primeira por Willian Cardoso, que também conseguiu uma onda boa para mandar as “patadas do Panda”, com seu surf power característico.

A nota 7,83 praticamente selou a vitória por 12,70 pontos, contra 11,67 do sul-africano Matthew McGillivray, 10,73 do havaiano Ian Gentil e 7,37 de outro surfista da África do Sul, Dylan Lightfoot. Willian fez parte da “seleção brasileira da WSL” até 2019 e tenta voltar a elite que disputará o World Surf League Championship Tour 2022.

“Fiquei um pouco perdido no início da bateria, mas ninguém tinha conseguido nota boa.

Aí vi uma onda quebrar mais no meio da praia e pensei que ali teria uma boa oportunidade para conseguir uma nota alta”, contou Willian Cardoso, após a apenas terceira vitória brasileira na primeira fase do US Open of Surfing.

“Então, me afastei dos outros surfistas e acabou dando certo. Às vezes, essas mudanças de estratégia no meio da bateria funcionam e estou feliz por ter acertado na tática dessa vez”.

O catarinense também comentou sobre todo esse tempo sem competições valendo vagas para o CT, que foram interrompidas em março de 2020, por causa da pandemia do Covid-19:

“O meu sonho é voltar para o CT.

Mas, por outro lado, consegui passar um ano inteiro junto com a minha família.

Eu nunca tinha ficado tanto tempo com eles, então essa experiência em estar ao lado do meu filho todos os dias, foi muito especial.

Quero agradecer a todos que estão me apoiando, principalmente meu patrocinador, que mantém vivo esse meu sonho de ser um surfista profissional”.

Se Willian Cardoso deixou um top do CT desse ano em segundo lugar, na disputa seguinte o jovem paulista Edgard Groggia despachou um na sua estreia no US Open of Surfing, o australiano Wade Carmichael.

Edgard conseguiu sua vaga no WSL Challenger Series nas duas etapas do WSL Qualifying Series promovidas pela WSL Latin America no Equador esse ano.

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Edgar groggia

Ele mostrou suas armas em duas ondas seguidas que valeram notas 6,23 e 6,17, para vencer por 12,40 pontos. O norte-americano Kade Matson passou em segundo com 12,37, enquanto Wade Carmichael e o francês Charly Quivront terminaram com menos de 10 pontos.

NA ÚLTIMA ONDA – Ainda restavam dois brasileiros para estrear nas ondas de Huntington Beach. O atual campeão mundial Pro Junior da World Surf League, Lucas Vicente, quase consegue a classificação na última onda que surfou.

Ele precisava de 6,87 pontos e sua nota saiu 6,77. Foi a maior da bateria, mas acabou superado pelo americano Evan Geiselman por 11,60 a 11,50 pontos. O francês Maxime Huscenot foi o vencedor com 12,30 pontos.

O atual campeão sul-americano da WSL Latin America, João Chianca, também arriscou tudo na última onda e conseguiu a nota que precisava para avançar.

Com o 5,83 recebido, tirou o segundo lugar do americano Crosby Colapinto por 11,56 a 10,37 pontos. O australiano Reef Heazlewood ficou em primeiro com 12,13. Com os três que passaram suas baterias na terça-feira, o Brasil totalizou oito classificados para a segunda fase do US Open of Surfing.

Os brasileiros começaram o primeiro WSL Challenger Series do ano com maioria entre os 96 inscritos, 20 surfistas. Agora, o maior número de concorrentes aos 10.000 pontos da vitória em Huntington Beach é dos Estados Unidos, com 11 candidatos entre os 48 classificados para a segunda fase.

Dos 19 países com atletas inscritos na Califórnia, restaram 14. O Brasil ficou com 8 surfistas, a Austrália com 7, a África do Sul e Havaí com 4 cada um, a França e o Japão com 3, o Peru com 2 e mais seis países têm um desafiante ainda na briga do título, Portugal, Espanha, Costa Rica, Taiti, Indonésia e Nova Zelândia.

Para complicar ainda mais o desempenho do Brasil no US Open of Surfing, a combinação dos resultados acabou levando-os para as mesmas baterias da segunda fase.

Na quinta, serão três brigando por duas vagas com o americano Nolan Rapoza, Alex Ribeiro, Thiago Camarão e Alejo Muniz.

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Na nona, Caio Ibelli está junto com o peruano Alonso Correa, o sul-africano Matthew McGillivray e o australiano Liam O´Brien. Na décima, Willian Cardoso e Lucas Silveira enfrentam o australiano Jordan Lawler e o americano Cole Houshmand.

E na 11.a, tem João Chianca e Edgard Groggia, contra o francês Maxime Huscenot e o sul-africano Shane Sykes.

RECORDISTAS DO US OPEN 2021 – Na sétima bateria tem outro surfista da América do Sul, o peruano Lucca Mesinas, que estreou com imbatíveis 15,34 pontos na segunda-feira.

Ele está junto com o outro recordista do US Open of Surfing, Griffin Colapinto. O americano top-6 do CT 2021, ganhou a maior nota – 8,50 – da primeira fase e totalizou 15,23 pontos. Os dois vão enfrentar o norte-americano Luke Gordon e Rio Waida, da Indonésia.

O japonês Kanoa Igarashi foi quem chegou mais perto dos recordes na terça-feira. Ele venceu a bateria que fechou a primeira fase por 15,00 pontos com uma nota 8,33.

Na categoria feminina, iniciada na terça-feira, a recordista absoluta do primeiro dia foi a australiana Dimity Stoyle.

Ela disputou a quarta bateria e somou notas 7,67 e 7,43 no placar de 15,10 pontos. A havaiana Gabriela Bryan passou junto com ela para a segunda fase, com a segunda maior somatória do dia entre as meninas, 13,00 pontos. Antes dessa bateria com as melhores apresentações da terça-feira em Huntington Beach, duas surfistas da América do Sul já haviam avançado para a segunda fase.

ÚNICA BRASILEIRA – A grande ausência no time sul-americano foi Silvana Lima, que cancelou sua participação no US Open of Surfing apresentado pela Shiseido.

Com isso, a única representante do Brasil na abertura do WSL Challenger Series 2021 é Summer Macedo. Ela está escalada na 14.a das 16 baterias da primeira fase, com as australianas Sophie McCulloch e Philippa Anderson e a havaiana Bettylou Sakura Johnson.

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A sua primeira apresentação ficou para a quarta-feira, porque a terça-feira foi encerrada na décima bateria.

Já as outras três participantes classificadas pelo ranking regional da WSL Latin America, para disputar vagas para o CT no WSL Challenger Series, estrearam na terça-feira.

A peruana Daniella Rosas entrou na primeira bateria do US Open of Surfing e conseguiu a classificação na última onda. Com a nota 4,63, tirou o segundo lugar da porto-riquenha Tia Blanco, por 9,50 a 9,36 pontos.

A top do CT, Caroline Marks, que no domingo venceu uma etapa do QS 3000 em Oceanside, também na Califórnia, ganhou a bateria por 11,10 pontos.

A equatoriana Dominic Barona competiu na terceira bateria e começou bem, escolhendo uma boa onda para mandar uma série de manobras que valeram nota 6,17. Ela ainda pegou outra no final que tirou 5,37, para confirmar a classificação somando 11,54 pontos. A norte-americana Kirra Pinkerton passou em primeiro com 12,34, com ambas eliminando duas surfistas da França, Tessa Thyssen e Maud Le Car.

Ainda teve a jovem peruana Sol Aguirre, bicampeã sul-americana Pro Junior da WSL Latin America em 2017 e 2018, estreando na décima e última bateria do dia. As condições do mar já estavam muito deterioradas pela ação do vento e ela foi em várias ondas, mas sem potencial para mostrar o seu surfe. Sol terminou em terceiro lugar no confronto que classificou a havaiana Keala Tomoda-Bannert e a espanhola Ariane Ochoa.

VAGAS PARA O CT 2022

O WSL Challenger Series vai completar a elite do CT 2022, classificando 12 surfistas para a categoria masculina e seis para a feminina. Depois do US Open of Surfing, que vai até domingo nos Estados Unidos, tem mais três etapas para fechar as duas listas, o MEO Vissla Pro Ericeira de 2 a 10 de outubro em Ribeira D´Ilhas, Portugal, o Quiksilver Pro France de 16 a 24 também de outubro em Hossegor, França, e o Haleiwa Challenger de 26 de novembro a 7 de dezembro em Haleiwa Beach, no Havaí.

E a LivreSurf torce pelos nossos brasileiros.

#estamosnatorcida

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