Como começou o surf brasileiro nas competições internacionais

Atualmente temos a maior potência no surf mundial competitivo, mais tudo teve um começo. Saiba como foi o início desta história, Esta matéria faz parte de um conjunto de 3 publicações que procuram explicar o Brazilian Storm, a primeira você pode ler clicando no link abaixo: Geração de Gabriel Medina e Adriano de Souza domina …

Atualmente temos a maior potência no surf mundial competitivo, mais tudo teve um começo. Saiba como foi o início desta história,

Esta matéria faz parte de um conjunto de 3 publicações que procuram explicar o Brazilian Storm, a primeira você pode ler clicando no link abaixo:

Geração de Gabriel Medina e Adriano de Souza domina o surf mundial

Livre Surf

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Pepe Lopes Como começou o surf brasileiro nas competições internacionais.

Nos anos 60 vimos o surgimento do surf moderno, depois que os moradores do Rio começaram a construir pranchas, primeiro de madeira e depois de isopor, usando imagens de revistas estrangeiras como orientação. Embora a cena tenha sido diferente em cada um dos lugares no Brasil.

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Pepe Lopes

Nosso país é obcecado por esportes competitivos organizados e não demorou muito tempo para que uma federação de surf fosse estabelecida e que concursos fossem organizados.

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Esses primeiros eventos teriam atraído multidões enormes, pois as comunidades costeiras rapidamente se apaixonaram pelo espetáculo da competição de surf.

Quando os anos 60 se tornaram os anos 70, a hostilidade em relação a competições profissionais estava crescendo em outros lugares do mundo do surf, liderada por ícones como Miki Dora e Wayne Lynch, que criticavam as regras estritas e os interesses corporativos que acompanharam os eventos.

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No entanto, durante o mesmo período no Brasil quase todos receberam os eventos com um abraço caloroso, em meados dos anos 70, o surf foi oficialmente reconhecido como um esporte pela então Confederação Nacional Brasileira.
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Pepe Lopes

Em 1976, o país sul-americano se tornou um dos únicos seis países a sediar uma parada no circuito da IPS; a primeira encarnação de uma turnê mundial.

Em seu primeiro ano, o evento foi vencido por um brasileiro local chamado Pepe Lopes, que ganhou um curinga no Pipeline Masters daquele ano, onde chegou à final, derrotando os futuros campeões mundiais Shaun Tomson e Peter Townend no processo.

Embora o Brasil tenha participado dos campeonatos mundiais desde o seu início, nosso status de superpotência mundial no surf só foi consolidada recentemente, com o bicampeonato de Gabriel Medina e o título de Adriano de Souza além das manobras estratosféricas de Filipe Toledo e Italo Ferreira.

Gabriel Medina Campeao Jeffreys Bay WSL

Gabriel Medina Campeao Jeffreys Bay WSL

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Gabriel Medina .

Em grande parte o sucesso do Brazilian Storm atual, advêm dessa história que começou nos anos 60 e 70. Onde o surf passou de uma descoberta, a um esporte oficial, recebendo os primeiros investimentos.

O surf masculino atualmente é alvo da maioria dos investimentos, o feminino por outro lado carece de atenção de empresas e mídia, por isso atualmente temos uma quantidade expressivamente maior de atletas masculinos que femininos.

Falamos da história do surf feminino nesta matéria em comemoração ao dia da mulher.

#estamosnatorcida