Super Bowl 2019
Mais Esportes De novo no Super Bowl, Patriots enfrentam surpreendentes Rams

De novo no Super Bowl, Patriots enfrentam surpreendentes Rams

Time de Tom Brady está na final do futebol americano pela quarta vez em cinco anos seguidos; do outro lado, Goff tenta afirmação na NFL

Super Bowl 53

Patriots x Rams se enfrentam a partir das 21 horas (de Brasília), em Atlanta

Patriots x Rams se enfrentam a partir das 21 horas (de Brasília), em Atlanta

Larry W. Smith/EFE - 31.1.2019

Entra ano, saí ano, e lá está o New England Patriots na grande final do futebol americano. Para o Super Bowl 53, que acontece neste domingo (3), a partir das 21 horas (de Brasília), o recém-criado Los Angeles Rams tenta tirar uma casquinha do time que faz a quarta final em cinco anos, em Atlanta, nos Estados Unidos.

O Super Bowl 53 será transmitido pela ESPN no PlayPlus, a plataforma de streaming do Grupo Record.

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Goff e Brady são estrelas da festa

Goff e Brady são estrelas da festa

Tannen Maury/EFE - 31.1.2019

A própria NFL, principal liga de futebol americano no mundo, se preocupa com tamanho domínio do time do quarterback Tom Brady e do head coach Bill Belichick — juntos eles foram campeões em cinco oportunidades. Do outro lado, a franquia de Jared Goff e Sean McVay ainda trabalha para conquistar o torcedor californiano.

O formato das ligas americanas, em geral, com a chamada ‘loteria do Draft’, é intrinsicamente contra ‘dinastias’ de um mesmo time. Isso porque o sistema de escolha de jogadores vindos da universidade dá as primeiras posições justamente aos piores times da temporada anterior. A ideia é que os melhores jogadores ajudem os piores times a virarem o jogo.

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Em 2016, os Rams confirmaram a mudança de cidade. O time deixou a fria St. Louis e se mudou para Los Angeles, não só mais quente, como mais aquecida economicamente. A cidade já tinha o apreço pelo futebol americano, mas a modalidade universitária da UCLA. Há sempre o temor entre os times locais de uma briga perdida de mercado com os Lakers, multicampeões no basquete. 

Nesse cenário, surgiu o californiano Goff. Nascido e criado por perto da nova sede, a identificação foi de cara. O quarterback foi a primeira escolha no Draft daquele ano e, depois até de ser considerado como “bust” (expressão em inglês para “fraude”) para o que havia apresentado até então bateu Dak Prescott, do Dallas Cowboys, e Drew Brees, do New Orleans Saints, para chegar à final.

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O camisa 16 bem que tenta tirar o mérito próprio e, usa o velho discurso do jogo coletivo para justificar o sucesso na pós-temporada:

“Há um grupo gigante de pessoas que estão trabalhando duro, uns pelos outros. Não há egoísmo. Quando são eles [Aaron Donald e Todd Gurley] que dão o exemplo porque estão entre os que mais se esforçaram no nosso grupo, dois caras totalmente generosos, isso se espalha entre todos. E começa por cima, com Sean [McVay]”, disse Goff.

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Com a mão cheia de anéis de campeão, Brady carrega não só a experiência e a técnica de um dos melhores da história do futebol americano, como frases extremamente motivadas, típicas de quem está começando a carreira, mas não se vê no principal rival, de 24 anos. Aos 41, Brady parece saber que, apesar do recente domínio dos Patriots, não terá muito mais oportunidades de escrever a história.

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"Nesse jogo, você tem os dois melhores times. Você faz o melhor e só uma equipe vence. Não existe uma segunda. Não há uma nova gravação ou roteiro de Hollywood", resumiu o número 12 dos Patriots.

Arte/R7

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