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Pedrinho revela que negocia a venda do futebol do Vasco com a A-CAP, empresa controladora da 777 Partners

Presidente espera que a questão seja solucionada pacificamente o quanto antes

Lance

Lance|Do R7


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Além da apresentação de Marcelo Sant'Ana e outros assuntos, Pedrinho, o presidente do Vasco, detalhou os próximos rumos do imbróglio envolvendo a 777 Partners. Hoje, a empresa estadunidense é administrada pela A-CAP, que tem a intenção de vender o futebol cruz-maltino.

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Além disso, Pedrinho reforçou que o Vasco não vai receber o aporte de R$ 270 milhões. O presidente do Vasco ainda informou que a SAF, mesmo assim, está honrando com os compromissos.

- Se nós não estivéssemos no controle, talvez os atletas nem salários tivessem. Já fizemos contato com alguns empresários de jogadores para regularizar as luvas dos atletas. É bom conversar com alguns empresários para entenderem a realidade. Essa definição (financeira) já está definida através de investimentos para que possamos honrar os compromissos até o final da temporada.

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CONVERSA COM A A-CAP
- Primeiro ponto foi passar o cenário financeiro para A-CAP, alguns descumprimentos do ex-sócio. Além da realidade financeira que entregamos para eles, e eles vão avaliar em duas semanas, acho, somos muito justos. Se nós quiséssemos uma relação ruim, nós deixaríamos tocar, porque a gente sabe que por todo o cenário, descumprimento, o rombo financeiro… Não existiria mais nada para fazer. A gente estaria muito tranquilo, mas a gente não quer isso. A gente quer um acordo amigável, no qual não haja nenhum prejuízo financeiro para a A-CAP, que era a maior credora da 777.

- Como eles foram cordiais e gentis, a gente espera que a relação termine também de uma forma boa para ambos os lados. A busca por um novo investidor não é somente financeira, porque isso é o que a gente mais tem recebido do mercado. É saber quem vai fazer parte da instituição Vasco da Gama, para que a gente não cometa o mesmo erro que foi cometido

- Temos conversas com alguns investidores, mas a gente tem que ter muita calma nesse momento. Meu primeiro objetivo é o que falei, já temos uma estrutura financeira para cumprir com todas as despesas até o fim de 2024, tentar ser certeiro na janela, de forma muito responsável. Potencializar os nosso atletas, que já vimos que podem dar muito mais, para sermos competitivos até o fim do ano. E aí sim, com outra cara para a próxima temporada, a gente botar muito mais do que a gente imagina e pensa sobre planejamento esportivo. É um ano muito atípico. Nenhum presidente passou por esse processo. Sair de alguns princípios e valores esportivos, ter flexibilidade para entender o momento faz parte de uma gestão. Ter a humildade de mudar de rota. É isso que a gente está fazendo pelo semestre que a gente tem, que é muito atípico de qualquer realidade esportiva no Brasil.

MENTALIDADE PERDEDORA DA 777 PARTNERS
- Uma coisa que me chamou atenção foram gatilhos de cláusulas contratuais nos quais os clubes teriam bônus se o Vasco não caísse. Isso me irrita profundamente, porque já coloca uma mentalidade perdedora. Desculpa, mas as pessoas que estavam no Vasco não entenderam o Vasco. São gatilhos extremamente caros. Eu tenho um gatilho incompatível com o mercado se o Vasco não cair, estou falando de muita grana. Isso me aborrece profundamente. Desde que cheguei, meus gatilhos são: classificação para Libertadores, Sul-Americana, títulos.

COMO FICA A QUESTÃO DA ARBITRAGEM?
- Talvez, com acordo com a A-CAP, seja algo mais tranquilo. Desde que estejamos seguros para resolver o problema: a saída da 777 e a busca por outro investidor.

- Eles (A-CAP) vieram ao Brasil, tivemos uma reunião muito cordial. Eles não têm interesse em tocar o futebol, obviamente a relação ficou muito melhor. Eles vieram de Chicago, tivemos reunião de duas horas e meia, três horas. Para, obviamente juntos, buscarmos um novo investidor. Para quem dizia que a ação causaria uma instabilidade jurídica, pelo contrário. Ela trouxe uma estabilidade. (...) O clube foi tratado com irresponsabilidade financeira, queremos passar ao mercado interno e externo que o Vasco hoje tem estabilidade para tocar o futebol.

( - Eles (A-CAP) vieram ao Brasil, tivemos uma reunião muito cordial. Eles não têm interesse em tocar o futebol, obviamente a relação ficou muito melhor. Eles vieram de Chicago, tivemos reunião de duas horas e meia, três horas. Para, obviamente juntos, buscarmos um novo investidor. Para quem dizia que a ação causaria uma instabilidade jurídica, pelo contrário. Ela trouxe uma estabilidade. (...) O clube foi tratado com irresponsabilidade financeira, queremos passar ao mercado interno e externo que o Vasco hoje tem estabilidade para tocar o futebol. )

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