Para inspirar: atletas brasileiros vão ao Museu Olímpico de Lausanne

Taynara da Silva, do biatlo, e Michael Velve e Vitor Melo, do curling, viveram experiência na última quarta-feira em dia sem competições dos Jogos Olímpicos da Juventude de inverno

Lance

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Um dos pilares dos Jogos Olímpicos da Juventude, sejam de inverno ou de verão, é incentivar os atletas a participar de atividades culturais no período em que estejam nas cidades sedes e não tenham competição. Pensando nisso, o Time Brasil aproveitou para fazer uma visita ao Museu Olímpico, em Lausanne. Taynara da Silva, que disputou o biatlo e agora se prepara para competir no esqui cross country, e Michael Velve e Vitor Melo, do curling, viveram a experiência de mergulhar na história do esporte olímpico.

– É uma sensação incrível estar aqui na cidade para participar dos Jogos Olímpicos da Juventude, poder visitar o museu com toda a história do movimento olímpico e saber que, de alguma forma, você faz parte disso. Vou guardar essa experiência para sempre – disse Vitor.

Michael também destacou e afirma que pode está fazendo parte da história.

– Dá um orgulho ver a história do evento que você está participando. Nós jogamos curling e pudemos conhecer um pouco mais de como foi disputado o nosso esporte em outras edições de Jogos. Também foi bem legal poder saber mais sobre o espírito olímpico – disse Michael.

Com um acervo de mais de 10.000 peças, o museu inaugurado em 1993 é o maior arquivo do mundo sobre os Jogos Olímpicos e um dos principais pontos turísticos da cidade de Lausanne, atraindo cerca de 250 mil pessoas por ano. O museu fica junto ao Lago Léman e está rodeado por um parque com numerosas obras de arte tendo o esporte como tema.

Inaugurado em 23 de junho, Dia Olímpico, de 1993, durante a gestão do espanhol Juan Antonio Samaranch, foi eleito Museu Europeu do Ano em 1995 e é o segundo mais visitado da Suíça.