COB lamenta assassinato de judoca brasileiro e medalhista Mario Sabino

Em nota, Comitê Olímpico Brasileiro afirmou que ex-cabo da PM, morto em Bauru (SP), 'será eternamente lembrado pelo esporte olímpico'

Mario Sabino representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Sidney (2000) e Atenas (2004)

Mario Sabino representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Sidney (2000) e Atenas (2004)

Lance

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) lamentou, neste sábado (26), a morte do judoca Mario Sabino, de 47 anos. Em nota, o Comitê relembrou as conquistas do atleta, que foi assassinado, na noite de sexta-feira, em Bauru, no interior de São Paulo, e afirmou que o lutador "será eternamente lembrado pelo esporte olímpico brasileiro".

Segundo as investigações prévias da Polícia, Sabino, que trabalhava como cabo da PM, teria sido assassinato por um colega sargento, que se suicidou pouco depois. Eles não estavam trabalhando na hora do crime e o motivo teria sido uma briga com a esposa do sargento. O corpo do atleta foi velado em Bauru (SP) por amigos e familiares do ex-judoca olímpico.

Confira a nota completa do Comitê:

"O Comitê Olímpico do Brasil (COB) manifesta seu mais profundo pesar e consternação pela morte do judoca Mario Sabino, aos 47 anos, ocorrida neste sábado, dia 25.

Natural de Bauru (SP), Mario Sabino representou o Brasil em dois Jogos Olímpicos: Sydney 2000 e Atenas 2004. Entre suas principais conquistas, estão a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo 2003 e o bronze no Campeonato Mundial, em Osaka, Japão, no mesmo ano. Desde 2012, atuava na comissão técnica da seleção brasileira.

Mario foi um dos grandes nomes do judô nacional e será será eternamente lembrado pelo esporte olímpico brasileiro por suas vitórias e seu exemplo dentro e fora do tatame.

Nesse momento de imensa dor, o COB se solidariza aos familiares e amigos de Mario Sabino e toda comunidade do judô brasileiro".