Lance Atlético-MG e Ronaldinho Gaúcho selam acordo por dívida do clube com o ex-jogador de R$ 6,7 milhões

Atlético-MG e Ronaldinho Gaúcho selam acordo por dívida do clube com o ex-jogador de R$ 6,7 milhões

O débito existe desde 2014 e o staff de R10 e o alvinegro chegaram a um acordo, que será parcelado até outubro de 2023

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Nesta sexta-feira, 23 de abril, o Atlético-MG apresentou su saúde financeira no evento “Galo Business Day” , detalhando a dívida de R$ 1,2 bilhão. E, entre os credores do alvinegro está o ídolo Ronaldinho Gaúcho.

R10 entrou em acordo com o time mineiro e receberá R$ 6,3 milhões a título de direito de imagem, parcelados até outubro de 2023. A situação foi resolvido após as duas partes se entenderem na Justiça, onde corria um processo aberto pelo ex-jogador contra o clube.

A disputa se iniciou em 2014, último ano de Ronaldinho no Galo, quando ele ainda recebia direitos de imagem por meio da empresa "Planet Invest" de propriedade de Roberto Assis, irmão do ex-jogador.

Ao rescindir com o Atlético, em julho de 2014, o Galo acordou com R10 que pagaria R$ 7.777.735,90 à Planet Invest pelos direitos de imagem. Foram acordadas 22 parcelas R$ 353,5 mil, começando em outubro de 2014.

Só que, o clube não estava honrando seus pagamentos e Ronaldinho acionou a Justiça do Trabalho em 2016 e a Planet Invest cobrou R$ 10.837.601,12, já com juros e correções monetárias. Em outro acordo, o Galo se comprometeu, em 2017, a quitar a dívida em outro acordo, com 48 parcelas de R$ 274,5 mil, totalizando R$ 13,2 milhões.

O valor não foi pago totalmente, restando um saldo de R$ 5,6 milhões. E, o staff de R10 entrou com ação de execução contra o Atlético.

Para dar fim ao problema, clube e os representantes do jogador acertaram, no dia 7 de abril de 2021, um novo acordo, para pagar R$ 6,7 milhões, que serão parcelados até outubro de 2023.

O vice-presidente do Atlético-MG, José Murilo Procópio, afirmou que o clube está pronto para negociar com todos os credores, dentro do plano financeiro apresentado no Galo Business Day, que prevê reduzir a dívida de R$1,2 bilhão, para pouco mais de R$ 341 milhões em cinco anos.


- Não vamos ficar de esconde-esconde. Queremos um desconto e prazo para pagar.

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