Lance Após gols e críticas, Ribamar avalia período no Vasco: 'Acredito que a passagem pela Colina foi positiva'

Após gols e críticas, Ribamar avalia período no Vasco: 'Acredito que a passagem pela Colina foi positiva'

Centroavante fez em clássicos e deixou gols bonitos, mas as oportunidades perdidas chamaram atenção ao longo dos dois anos no clube de São Januário

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Foram dois anos no Vasco. Entre gols bonitos e gols e clássicos, oportunidades perdidas também ficaram no imaginário da torcida. Ribamar chegou a estar na pauta do clube, que não poderia mais contratar, para permanecer até o fim da atual temporada, mas não houve acordo. Com oito gols em 64 partidas no período cedido ao Cruz-Maltino, o ex-jogador do Pyramidis (EGI) falou com o LANCE!.

- Por mais que tenha tido momentos não tão bons, eu acredito que a passagem pela Colina foi positiva - entende.

Que saldo você faz da sua passagem pelo Vasco?
O Vasco é um grande clube, de muita tradição e qualquer jogador gostaria de vestir a camisa cruz-maltina. Tive altos e baixos, como qualquer atleta. Às vezes, não conseguimos fazer em campo o que nos propomos. O grupo como um todo. No tempo em que estive no Vasco, o clube passava e ainda passa por uma situação interna muito complicada, com muitas rusgas políticas e isso afeta dentro de campo também. Por mais que tenha tido momentos não tão bons, eu acredito que a passagem pela Colina foi positiva, fiz grandes amigos e vivi momentos muito importantes para a minha carreira.

Por que não continuar?
Acreditava que precisava de novos ares, novas oportunidades. Sou muito grato pela confiança que tive e por todas as chances que recebi. Era o momento de encerrar esse ciclo, que sempre será importante para mim, e começar uma nova caminhada em busca dos meus objetivos.

Você fez gols em clássicos, marcou golaços, mas ficou marcado por gols perdidos. Que relação acredita ter construído com a torcida?
Como disse antes, o momento interno do clube não era bom. Talvez se o Vasco estivesse num momento institucional diferente, os golaços que eu marquei seriam mais importantes do que os que eu perdi. A relação com a torcida foi bastante intensa em todos os momentos, são torcedores que acompanham, que vão ao estádio e realmente apoiam o time, mas também sabem cobrar quando algo não vai bem. Não tiro a razão deles, só acredito que o tipo de cobrança que recebíamos não era o mais motivacional possível. Aproveito para citar o exemplo do Maxi López, que era um grande líder da nossa equipe, o artilheiro do time, o principal nome daquele elenco e ainda assim saiu com críticas da torcida. É impossível agradar a todos, então naqueles momentos eu só pensava em seguir fazendo o meu trabalho e a minha parte.

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Para o futuro, no que você acredita que precisa se aperfeiçoar? E onde vai jogar agora?
Sou um jogador muito jovem (23 anos), acredito que ainda tenha muito a aperfeiçoar como atleta e até mesmo como pessoa. Na vida, estamos sempre aprendendo e procuro evoluir com cada lição que é colocada no meu caminho.
Sobre o novo clube, estou tranquilo quanto a isso. Tenho meus representantes que estão trabalhando no melhor para mim e para a minha carreira. Estou procurando descansar um pouco pois foi um ano muito atípico para todo mundo, e logo logo estarei de volta.

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