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Reforços e paz política: O que Dorival espera durante pausa do Brasileirão

Treinador voltou a cobrar diretoria por novos atletas e espera que conflitos internos do clube sejam resolvidos em breve

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

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Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians Jogada 10

O Corinthians encerrou o primeiro semestre da temporada ainda convivendo com a instabilidade. A maior prova está no Campeonato Brasileiro, onde está no meio da tabela, na 10° colocação, após o empate com o Grêmio em 1 a 1, fora de casa, nesta quinta-feira (12). Agora, durante a pausa da competição por conta do Super Mundial de Clubes, Dorival espera que a diretoria consiga resolver todos os problemas que aflige o clube. Começando com os reforços.


Afinal, mais uma vez, o treinador voltou a cobrar reforços da diretoria para o restante da temporada. Ele falou, após o embate contra o Grêmio, sobre a necessidade de trazer novos jogadores para complementar o elenco.

“É evidente que vamos ao mercado, sempre estaremos no mercado. Não fico aqui a todo momento e nem é o meu perfil fazer isso, apenas internamente falo sobre as necessidades da equipe. Se Deus quiser, no momento certo e adequado, dentro das condições do Corinthians, vamos ter aí mais alguns companheiros para nos ajudar nesse processo todo”, disse Dorival.


O Timão deve buscar pelo menos mais um zagueiro, um goleiro reserva, um atacante de velocidade e um meia armador para fazer sombra a Rodrigo Garro. Além disso, o nome de um novo lateral-direito também é debatido internamente.

Estabilidade interna


Mais do que reforços, o treinador também quer paz política. Afinal, o treinador chegou ao clube convivendo com muitos conflitos internos e o impeachment de Augusto Melo. Embora o CT Joaquim Grava não seja diretamente atingido pelos acontecimentos no Parque São Jorge, os jogadores e comissão técnica vem demonstrando descontentamento com os recentes acontecimentos.

“É importante ter estabilidade interna. Por mais que no CT temos paz para trabalhar, muito em razão do respeito que existe em todas as partes (diferentes grupos políticos) e da própria postura do Fabinho nisso. Temos que respeitar e entender (a briga política), mas, acima de tudo, que todos (eles) entendam que precisamos ficar mais afastados disso”, completou Dorival.


Por mais que exista o desejo interno pelo fim da instabilidade política, o caso deve se arrastar ao longo dos próximos meses. Afinal, a votação final para saber se Augusto Melo realmente estará sendo destituído, acontece apenas no dia 9 de agosto.

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