GP do Brasil de Fórmula 1 deve ser cancelado, diz chefe da Mercedes

Toto Wolff diz que corridas brasileira e dos Estados Unidos não acontecerão devido à pandemia, já que países têm maior número de infectados do mundo

Grande Prêmio do Brasil de 2019, em Interlagos

Grande Prêmio do Brasil de 2019, em Interlagos

Sebastiao Moreira/EFE

Em entrevista à BBC da Inglaterra, Toto Wolff, chefe da equipe Mercedes, afirmou na manhã desta sexta-feira (3), no paddock do GP da Áustria, que as corridas do Brasil e dos Estados Unidos não devem acontecer devido à pandemia do novo coronavírusOs dois países são os mais atingidos no mundo pela covid-19 

"Olhando para esses países agora, você não pode imaginar que iríamos para lá", afirmou o diretor. Nenhum dos dois GPs foram confirmados no calenadário divulgado pela Fórmula 1, que estavam previstos para 25 de outubro em Austin e 15 de novembro em Interlagos. 

Wolff disse que mantém conversas constantes com Chase Carey, CEO da Fórmula 1 e por isso não acredita que as corridas aconteçam. "Com base nas minhas conversas com Chase Carey, ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para lá. Eles são muito cuidadosos e não vamos para lá se fosse um risco para a Fórmula 1."

A temporada deste ano só começa neste fim de semana com a corrida na Áustria. Outros sete GPs foram confirmados, somente na Europa: duas em Spielberg, uma em Hungaroring, duas em Silverstone, uma em Barcelona, Spa-Francorchamps e Monza.

A direção da Fórmula 1 espera conseguir realizar pelo menos 15 corridas em 2020. A outra provas devem ser confirmadas na próxima semana. 

O GP do México, que aconteceria entre as corridas dos Estados Unidos e do Brasil, também corre risco de ser cancelado. 

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