Futebol Torcedoras cobram posição do Galo sobre condenação de Robinho

Torcedoras cobram posição do Galo sobre condenação de Robinho

Justiça da Itália considerou atacante culpado por estupro cometido em 2013

Torcedoras cobram posição do Galo sobre condenação de Robinho

Faixa foi estendida por torcedoras em frente à sede do Atlético Mineiro

Faixa foi estendida por torcedoras em frente à sede do Atlético Mineiro

Reprodução/Twitter

A postura da diretoria do Atlético-MG ao se abster de comentar sobre o caso envolvendo o atacante Robinho foi criticada por um grupo de torcedoras. Na noite da última segunda-feira, uma faixa colocada em frente à sede atleticana cobrou uma atitude diferente dos dirigentes e um posicionamento do clube.

"Um condenado por estupro jogando no Galo é uma violência contra todas as mulheres!", dizia parte da faixa assinada pelo grupo "Feministas do Galo". "Galo, seu silêncio é violento! Não aceitaremos estupradores", afirmava outra parte.

No fim do mês passado, Robinho foi condenado pela Justiça italiana a nove anos de prisão por violência sexual contra um jovem albanesa de 22 anos, no dia 22 de janeiro de 2013, em uma boate de Milão. Na época, o jogador brasileiro defendia o Milan.

A sentença foi aplicada em primeira instância e, por isso, cabe recurso contra a mesma. Esta pena é colocada em suspenso (sem a necessidade de seu cumprimento) até o julgamento da apelação da defesa em segunda instância. A defesa do jogador imediatamente negou qualquer relação de Robinho com o caso, que deve ter novos capítulos nas próximas semanas.

Robinho seguiu treinando e atuando com a camisa do Atlético-MG normalmente e a diretoria comunicou que não se manifestaria sobre o caso. A postura irritou parte da torcida. Além da "Feministas do Galo", o grupo "Galo Marx" apoiou a causa e se manifestou contra a atitude do clube.

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