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Futebol Crescente de Patrick de Paula é fundamental para Luís Castro

Crescente de Patrick de Paula é fundamental para Luís Castro

Volante ex-Palmeiras teve início abaixo do esperado no Botafogo, mas foi fundamental nas últimas duas vitórias do Alvinegro

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Patrick de Paula fez o gol da virada na vitória do Botafogo sobre o Fortaleza

Patrick de Paula fez o gol da virada na vitória do Botafogo sobre o Fortaleza

Vitor Silva/Botafogo

Renovado para 2022, o Botafogo vive um começo promissor no Campeonato Brasileiro. Ocupando novamente o G-4 da competição após 73 rodadas longe, o Alvinegro vem apresentando evolução no trabalho, conquistando resultados e buscando abrir vantagem logo nas primeiras rodadas. 

A equipe comandada por Luís Castro tem alguns destaques individuais nos primeiros jogos: Kanu, Gatito Fernández, Victor Cuesta, Victor Sá, Saravia e Erison são alguns exemplos de jogadores que têm atraído os holofotes nas exibições.

No entanto, o Glorioso ainda carece de uma peça com um certo 'diferencial' para fazer o jogo fluir melhor. Esta peça pode ter aparecido, finalmente, nos dois últimos jogos do Botafogo, nas vitórias sobre Ceilândia-DF, pela Copa do Brasil, e Fortaleza, no domingo passado, pelo Brasileirão, ambas no Estádio Nilton Santos. 

Trata-se do meia Patrick de Paula, contratado junto ao Palmeiras no início da temporada como a maior aquisição da história do Alvinegro. O jovem chegou ao Estádio Nilton Santos cercado de expectativas, como pilar da reconstrução do futebol do clube, mas não chegou a engrenar nos primeiros jogos.

O esquema aplicado por Luís Castro no Botafogo ainda não contou com um meio-campista armador "clássico". Chay passou por ali, Lucas Fernandes e Piazon também, mas a equipe pouco achou alternativas. Aí aparece a importância da evolução de 'PK' para o técnico português.

Com um estilo que é caracterizado por bons passes e muita intensidade, Patrick de Paula, caso retome o posto de "titular absoluto", coisa que Luís Castro não mostrou pensar para este Botafogo, surge como boa peça para atuar ao lado de Tchê Tchê e Oyama, formando um tripé de meio-campo com organização, aproximação da área, mas sem a necessidade de um criador de ofício.

Sem saber o que é perder desde a estreia no Campeonato Brasileiro, o Botafogo, dentro do G-4, volta a campo neste sábado (21), na Arena Independência, em Belo Horizonte, contra o América-MG, em partida válida pela sétima rodada do torneio. A bola rola às 21h (de Brasília).

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