R7 - Esportes

Buscar no site
Eu quero um e-mail @R7
Esqueci minha senha

25 de Outubro de 2014

Você está aqui: Página Inicial/Esportes/Mais Esportes/Notícias

Icone de Mais Esportes Mais Esportes

publicado em 08/04/2011 às 13h53:

Fabrício Werdum acha "difícil" que GP do
Strikeforce chegue ao fim após venda para o UFC

Peso pesado brasileiro se prepara para enfrentar Alistair Overeem no dia 18 de junho

Diego Ribas, do R7

Publicidade

Um dos principais pesos pesados do MMA no mundo, o brasileiro Fabrício Werdum se prepara para estrear no torneio de oito lutadores do Strikeforce contra o atual campeão do evento, o holandês Alistair Overrem, no dia 18 de junho. 

Acompanhe a página de MMA do R7

Apesar da expectativa para o duelo, Werdum, que finalizou o rival em 2006 no extinto Pride, revelou com exclusividade ao R7 que não acredita que o GP vá até o fim.

- Depois que o UFC comprou o Strikeforce, eu acho difícil que o GP vá até o fim. É minha opinião, mas creio que o Ultimate não vai investir em um torneio como este para dividir a atenção com os lutadores deles.

Na mesma conversa além de relatar os fortes treinos na academia Kings MMA, comandada pelo mestre Rafael Cordeiro, o gaúcho traçou as metas para um ano perfeito em 2011.

- Vencer no Strikeforce e desafiar o campeão do UFC. Se for o Cigano, melhor ainda, daí já fazemos uma revanche.

Acompanhe a entrevista completa com Fabrício Werdum:

R7 – Em junho você participa da primeira etapa do GP do Strikeforce. Como estão os preparativos? O adiamento da luta te atrapalhou?
Fabrício Werdum –
Estou bem, treinando muito. Na verdade, o adiamento foi ruim para a minha programação de treinos, porque sempre temos um cronograma de dois a três meses com todos os horários já definidos. Nessa parte foi ruim porque quebrou o ritmo, mas sempre procuro ver pelo lado bom e, neste caso, terei mais tempo para treinar e me preparar para o combate.

R7 – Você vai enfrentar o Alistair Overeem, a quem você venceu em 2006. Isso te deixa mais tranquilo?
Werdum –
Sim. Muita gente fala que ele melhorou muito desde lá, que isso e aquilo, mas eu também evoluí. Melhorei meu chão, minha parte física e minha trocação. Inclusive, acabei de ganhar a faixa preta de muay thai do Rafael [Cordeiro]. Então, foco no meu potencial, e não ligo muito para o que falam.

R7 – Vencendo, você enfrenta o Pezão na próxima fase, mas muita gente acredita que o GP não chegue até o final agora que o UFC comprou o Strikeforce. O que você acha?
Werdum -
Depois que o UFC comprou o Strikeforce, eu acho difícil que o GP vá até o fim. É minha opinião, mas creio que o Ultimate não vai investir em um torneio como este para dividir a atenção com os lutadores deles. Espero estar errado, mas é assim que eu vejo.

R7 – Caso o GP não chegue ao fim, é de se esperar que os principais atletas migrem para o UFC. Você, que já lutou lá, pensa em voltar? Saiu do evento com algum problema?
Werdum -
Não, sai bem, na verdade. É que não chegamos a um acordo financeiro. Pediram para diminuir minha bolsa e eu não aceitei. Tinha acabado de perder para o Cigano, não estava numa fase pessoal muito boa, e optei por não reduzir minha bolsa. Acabou que fui para o Strikeforce.

R7 – Sobre a sua luta com o Cigano. Lembro que você disse algo antes do início da luta que ele não gostou. Existia alguma rivalidade entre vocês?
Werdum –
Não existe rivalidade. Ali no início da luta eu disse que ia quebrar a cara dele. Estava tentando tirar ele do foco, porque não estava na minha melhor forma. Mas acabou que quem quebrou a minha cara foi ele [risos].

R7 – Depois de te vencer, o Cigano engrenou uma ótima fase, tanto que se vencer o Brock Lesnar luta pelo cinturão. Sabia que ele era tão bom quando o enfrentou?
Werdum –
Não. Mas ainda bem né? [risos]. Ficaria bravo se ele me vencesse e perdesse na próxima luta. Meu sonho para 2011 é vencer o GP e desafiar o campeão do UFC. Se for o Cigano, melhor ainda, daí já fazemos uma revanche. Seria o ano perfeito.

R7 – E como estão os seus treinos ai nos EUA?
Werdum –
Nossa, está muito bom. O Rafael tem uma visão impressionante. Trabalha com todos os alunos juntos, mas, ao mesmo tempo, fica olhando e percebe a necessidade de cada um de acordo com o jogo. Ele é o mestre que não precisa impor nada, conquista os alunos com a visão e a experiência dele. Treinar com ele é uma motivação a mais. Tanto que eu, o Wanderlei [Silva], o Shogun, que vem treinar agora com a gente, todos nós gostamos de aprender com ele.

R7 – Wanderlei, Shogun, Mark Munhoz...Só sparring de renome?
Werdum –
Sim, é incrível. No momento nós temos o Ishii, que é campeão olímpico de judô, o [Renato] Babalu, o Wanderlei [Silva], Vladimir Matyushenko. Enfim, uma equipe grande e forte. O meu problema é que eu tenho que viajar 80 km todos os dias para treinar em Huntington Beach, com o Rafael Cordeiro. De terça e quinta eu viajo ainda mais para treinar com o Mark Munhoz. Como cada um tem sua academia, às vezes a gente treina um na academia do outro, mas a gente se reúne mais na Kings MMA. O pessoal está sabendo que o treino ali é bom, técnico e forte. Então cada vez vem mais gente na Kings MMA.

Veja Relacionados:  ufc, mma
ufc  mma 
 
Espalhe por aí:
  • RSS
  • Flickr
  • Delicious
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google
 
 
 
 

Fechar
Comunicar Erro

Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.

Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7
Mensagem enviada com Sucesso!Erro ao enviar mensagem, tente novamente!

 

 


Shopping