R7 - Esportes

Buscar no site
Eu quero um e-mail @R7
Esqueci minha senha

1 de Novembro de 2014

Você está aqui: Página Inicial/Esportes/Futebol/Palmeiras/Notícias

Icone de Palmeiras Palmeiras

publicado em 16/04/2010 às 09h16:

Ofensa racista marcou fim da carreira de Antônio
Carlos; recorde outros casos no futebol brasileiro

Argentinos Desábato e Maxi López também foram acusados em outras ocasiões

Do R7

O técnico do Palmeiras, Antônio Carlos Zago, que agora vê seu zagueiro Danilo ser acusado de chamar Manoel, do Atlético-PR, de “macaco”, durante o jogo desta quinta-feira (15) pela Copa do Brasil, teve o fim de sua carreira como jogador marcado por um ato racista.

Zagueiro consagrado, com passagens vitoriosas pelos quatro grandes clubes paulistas e pela seleção brasileira, Antônio Carlos jogava no Juventude quando foi acusado de ofender o volante Jeovânio, durante jogo disputado em 5 de março de 2006, pelo Campeonato Gaúcho. Antônio Carlos roçou a pele de seu braço, para mostrar a cor branca, e chamou o rival de “macaco”.

O zagueiro acabou punido por 120 dias pelo ato, e nunca mais escapou da pecha de racista até o fim de sua carreira, em 2007. Em seu segundo emprego como técnico, Zago não comentou o caso depois do jogo desta quinta.

Aquele não foi o primeiro caso de racismo a explodir no futebol brasileiro. Depois de muitos anos de comentários e acusações não comprovadas, o assunto foi parar nas páginas policiais em 2005, durante um jogo entre São Paulo e Quilmes, pela Copa Libertadores, no Morumbi. Durante a partida, o atacante Grafite trocou empurrões com o zagueiro argentino Desabato, que também o chamou de “macaco”.

Após a partida, quando saía de campo, o jogador foi preso. Ele ficou detido por dois dias em São Paulo antes de ser liberado para voltar à Argentina, mas o processo não teve consequências – nem no campo desportivo. No ano passado, o jogador fez parte do time do Estudiantes que conquistou o título da Libertadores em cima do Cruzeiro.

Desabato racismo 700 de largura
Desabato (de azul) na delegacia, em São Paulo (Foto: Marcelo Ferrelli/13.04.2005/Gazeta Press)

Antes da final de 2009, coincidentemente, um jogador do time mineiro acusou uma ofensa racista de outro argentino: Elicarlos disse ter sido chamado de “mono” (macaco, em espanhol) pelo atacante Maxi Lopez, que defendia o Grêmio, durante um jogo pelas semifinais da competição. O argentino negou a ofensa e o inquérito policial instaurado em Minas também não andou. O jogador hoje está no Catania, da Itália.

Após o jogo desta quinta, Manoel foi à 23ª Delegacia de Polícia, em Perdizes (zona oeste de São Paulo), próxima ao Paletsra Itália, prestar queixa contra Danilo. Veja um resumo do caso no vídeo abaixo:

Veja Relacionados:  futebol,Palmeiras,racismo,Atlético-PR,Copa do Brasil
futebol  Palmeiras  racismo  Atlético-PR  Copa do Brasil 
 
Espalhe por aí:
  • RSS
  • Flickr
  • Delicious
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google
 
 
 
 

Fechar
Comunicar Erro

Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.

Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7
Mensagem enviada com Sucesso!Erro ao enviar mensagem, tente novamente!

 

 


Shopping