12 de Fevereiro de 2012
Técnico do Palmeiras disse, porém, que vai respeitar decisão da diretoria
Questionado se teria a mesma postura dos dirigentes, Muricy Ramalho disse que a decisão precisa ser "respeitada", mas demonstrou não concordar com ela.
- Nas decisões que tomo, eu preciso estar mais tranquilo, com cabeça quente é impressionante o que passa por sua cabeça. Por isso que nem converso com o grupo quando acaba o jogo.
Quando Muricy Ramalho chegou ao vestiário, após o final da partida, os integrantes da diretoria já estavam convencidos sobre o afastamento dos brigões. O treinador revela tristeza por ver seus comandados em situação complicada no fim do ano.
- Infelizmente, eles perderam a cabeça. A decisão é dura, ninguém quer ver companheiros em má situação, é difícil explicar o que aconteceu. Não são atletas com passado ruim. A gente fica chateado principalmente com a situação do Maurício, que é um garoto e está começando. O Obina ainda pode voltar para o Flamengo, é um atleta com uma carreira no futebol.
Muricy Ramalho admite que já tinha visto troca de tapas entre atletas de suas equipes dentro do vestiário. Mas foi a primeira vez que o treinador observou dois de seus jogadores brigarem dentro de campo.
- Normalmente, essas brigas não saem para fora. Depois que ganha, tudo é apagado. Eu também já briguei quando era jogador, mas nunca vi isso dentro de campo.
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