25 de Maio de 2012
Presidente do Palmeiras nega ter feito apologia à violência
Em entrevista coletiva na Academia de Futebol na segunda-feira (9), o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, reiterou o sentimento de partir para a agressão contra o árbitro Carlos Eugênio Simon, que anulou um gol do atacante Obina na derrota para o Fluminense, no domingo (8). O dirigente foi além ao ser questionado se a sua postura não seria uma apologia à violência de palmeirenses contra o apitador.
- O torcedor do Palmeiras decide de acordo com sua consciência e de acordo com as circunstâncias.
Economista e professor universitário, Belluzzo reconhece que fez as ameaças contra Simon em um momento de extrema irritação. Só que o dirigente não retira as palavras duras.
- Quando falei isso [agressão], disse que seria cara a cara, não pensava em pegá-lo em grupo.
- Não sou um super homem, bonzinho ou santo, sou presidente do time e tão humano quanto qualquer um. Tive mesmo vontade de bater nele. Se o encontrasse, estaríamos agarrados e não seria um beijo.
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